Jon Fosse, desde que o li, tornou-se um dos meus contemporâneos estrangeiros favoritos. E a reputação do prémio Nobel enquanto prémio literário também incrementou com o seu nome entre os laureados. É sempre assim com os bons escritores: não é o prémio que lhes aumenta o prestígio pessoal, é precisamente o caminho inverso. E ontem fui ver uma peça de teatro de Fosse em estreia.
O Nome [1995]. Gostei bastante. Apesar de existirem por ali umas adaptações técnicas meio foleiras, o texto e estética muito particulares de Fosse fazem esquecer essas coisinhas.
2 comentários:
Gostei bastante do que li. Fui ver a peça de teatro "uma brancura luminosa" e também gostei, embora não seja coisa fácil. Embora goste, tanto gelo e tanta neve arrepiam-me por vezes, sinto frio ao ler.
É um escritor fantástico não é? Não sei se esse gelo que refere é literal ou figurado, mas tanto faz, porque dá mesmo para os dois lados. :) i like it.
Enviar um comentário