12 dezembro 2015

"Qué suerte tienes, cabrón".

10 comentários:

Diogo Almeida disse...

já eu, até fiquei com medo de, algum dia, passar na mesma rua que o Ricardo Vieira Lisboa, o mesmo que dá 3 estrelas ao Montanha do Salaviza.

lojas do chinês, flores de plástico (cemitério)... diz ele...

http://www.apaladewalsh.com/2015/12/youth-2015-de-paolo-sorrentino/

(o filme não é nada de mais, vi-o hoje, este e o Cosmos do Zulawski, mas não é preciso tanto, só porque um não tem meta-ficção introduzida em 1970 por William Ganso)

http://www.apaladewalsh.com/2015/12/cosmos-2015-de-andrzej-zulawski/

(gente, vós, críticos, devíeis sair mais para ver o sol)

alexandra g. disse...

ora bem, estando eu posta em êxtase com um poema que reúne contemplação e humor (se isto não é uma raridade...) e vens tu com cenas que nunca li/lerei (eu gosto demasiado de cinema, rebento de feijão mungo, para ler crítica de cinema, ainda não percebeste esta evidência?).

será que o Salaviza te irrita por estar na tua faixa etária, ter q.b. de humildade e projecção? creio que não, mas também não farei narrativa da minha teoria, que não passa de um alinhavo.

Diogo Almeida disse...

desculpa.

para mim, seria perfeito que o Salaviza fosse um bom realizador. que fizesse bons filmes. adorava; o cinema português agradecia. era tudo o que queria.

mas não.

alexandra g. disse...

nunca vi o Salaviza, não leio as críticas, não me amofino, não tens que pedir desculpa.

á, no entanto uma coisita: o cinema não tem fronteiras, como aliás muitas outras artes: a paixão, a lucidez,...

alexandra g. disse...

há, no entanto...
(portáteis velhinhos dá naquilo)

Diogo Almeida disse...

quando digo que 'o cinema português', digo porque, de facto, o cinema que anda a sair deste país é uma miséria. um esgoto. e falo do cinema. não estou a falar do Porsche do Leonel Vieira.

e ambos sabemos que é importante, o nome do país, a bandeira, festivais, cartões de visita, orgulho, etc.

o Cosmos do Zulawski é meio-português, apoios financeiros e gravado em Portugal, parte dele gravado na Covilhã/Serra da Estrela. infelizmente, também não é nada de mais. que é para não dizer que é um vómito nojento de intenções metafísicas. chato. batido. mas, como o mundo é metade dos psicopatas, calha bem ver tanto histerismo improvisado.

alexandra g. disse...

conheço o Zulawski, não conheço o Vieira.

(tinhas mesmo que estragar o poema, tinhas?!)

Diogo Almeida disse...

pedi desculpa.

:)

alexandra g. disse...

mete as desculpas num gin daqueles à Vieira, hem.
chatice!

Diogo Almeida disse...

ooops. vou sair em bicos de pés.

:)

(não volta a acontecer)