31 março 2019

Há séculos que não havia um desafio (que ideia tão boa)

Então cá vai:

Um depósito de histórias (primeiro)


Para ouvir. Ou contar.


(lembro-me de ter sido sempre feliz a ouvir - ou a contar - uma história)

Doutor jpt

Que, de há alguns anos (recentes) a esta parte, se dedicou a comunicar da forma mais ofensiva e nojenta de que tenho memória, na blogosfera portuguesa, enunciando sobre gente que jamais conheceu (moi, em recente, por ex.) mas sobre a qual atira pás de terra, como se foramos JÁ!!! matéria para compostagem e ele, em contrapartida, A Must! (terá trocado a Antropologia por _________?), naquele azedume de persona mal construída, agressiva, violenta.

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Nem de propósito, li este post e, por causa do título, fiquei convencida que se tratava de um postal do Pedro Correia, e logo vem o Doutor jpt clamar aos 7 ventos pelo P.C., , que a amiga isto & aquilo.


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Adendas Obrigatórias:

- O Pedro Correia e eu não somos amigos (conhecemo-nos na minha adolescência, por conta de outrem, mas jamais convivemos, nem sequer me recordo de com ele, então, ter trocado qualquer palavra, como ele não recordará, seguramente); o que tenho é uma ideia algo vaga da sua aparência, então nos seus vintes.

- Enganei-me, ao comentar: por falta de atenção, julguei tratar-se de um postal sobre restaurantes (série que o P.C. tem vindo a 'alimentar', é sabido o quão coleccioneiro é); houvera mais atenção, da minha parte, e jamais teria comentado.

- Conheço o ordenado mínimo belga: obviamente, pode nem chegar para arrendar um apartamento da treta, em Bruxelas, com excepção dos bairros onde o Doutor jpt não viverá, seguramente e, logo, é escusado, além de inadmissível, que alguém não me questione sobre isto/o que sei ou deixo de saber (e nem falo da questão da alimentação, o "simples" preço de um café expresso...) sobre "a realidade" belga e passe de imediato a disparar no escuro, mas de forma tão azarada.

- A persona jpt está malade, sem itálicos, sequer. Sei perfeitamente o que é alimentar uma persona e o que está profundamente errado, em violência exercida, de qualquer espécie: física, verbal, emocional, etc. O que eu li - poderia ter sido sobre qualquer outra pessoa, como já fez com o Henrique Fialho - é de uma violência tal que, por mim, tivera eu a massa, oferecer-lhe-ia férias por um mês inteirinho, destino à sua escolha, para erradicar os ácaros hospedados nos neurónios. Sucede que eu interferiria no destino: e não o menciono, por total desrespeito :)

- Fala "do meu país", mas "É execrável, é imundo, é, acima de tudo, imoral. É Portugal, se se quiser. Que nojo de gente."

- O Doutor jpt é execrável, imundo, imoral, é um nojo de gente.

- PIM!


29 março 2019

insisto

Quando puderem/quiserem, vão e escutem-no. Na História da Arte, em Portugal, poucos se equiparam à capacidade de comunicação, transmissão de conhecimento, sabedoria, eloquência sedutora. É claramente vaidoso, o que não constitui obstáculo algum quando abre a boca e fala. É, também, assaz simpático e afável.

Falo dele com a mesma convicção que usaria para falar de alguém muito próximo, a quem reconheça competências, mas não é o caso, não me é próximo. Só "Olá!", que advém de simpatia e, da parte dele, de me ver por corredores, seguramente, pois que deverá ter já visto tanta gente, em tanto lugar, que o "Olá!"/"Bom dia!" saem também automaticamente (nada contra).

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Já o disse inúmeras vezes e repito-o. Ide, escutai-o. Insisto.

desafio/proposta/convite/provocação (um/vários)

Mostra um recanto teu/vários.
Chez-toi/another luogo tuo.

28 março 2019

passaram mais (quase) 4 dias



(eu sei que morrerá, um dia qualquer, de qualquer forma, mas)

erotismo, sobre, under,

(à cause deste postal)

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O melhor, em expressão, continua ainda a ser aquele que acontece em palavras parcas (o verbo no seu melhor)/gestos/movimentos/silêncio.

post com dois links

https://universosdesfeitos-insonia.blogspot.com/2019/03/andamos-nisto.html


https://cdn-ondemand.rtp.pt/nas2.share/wavrss/at1mad/1810/940760_275188-1810131511.mp3

eu, que jamais dou conselhos,

e só mui raramente a pedido, daqueles veementes, dei hoje comigo a incitar a prima e o seu marido a namorar, mas em picante: segundo namoro: ó P., ó F.,  rasguem as roupas, atirem com os sapatos, e eles rindo, felizes)

27 março 2019

afinal, mesmo detestando os Coldplay,

é desta que eu gosto (um senão: ela faz demasiado contacto visual; ele? não interessa, ainda que excessivo, é sempre algo lesma)


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(e pese toda a confusão/miscelânea com as culturas japonesa, indiana, europeia, em USA javardo, eu sei lá, enfim, o mais provável é que, se a escutar, vendo-a, me enjoe, dentro de pouco, mesmo pouco tempo)

"(...but you

feel my breath on your neck ...)

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(continuo a achar que é do mais erótico que já escutei nas pop songs, e há muito por onde escolher)

chamem-me parola(*)

26 março 2019

Hints to the ladies




de nada, senhoras, de nada.

ps Impontual, eu prefiro esperar ali, à beira do rio...


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Claro é que isto tudo leva smile.



Ladies & Gents,

tenho a honra de anunciar que o Whatsapp da família (minha geração, manos, cunhados, cunhadas, filhos e filhas) é o lugar do surrealismo, nowadays.


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(and i'mmmmmm feeeeeeeeeliiiiiiiiinnnnnnnnn' gooooooooooood!!!!!!)

Ó Man With a Chair!

a desabrida-cativante tem preferências (não passo recibo, mas deves-me € 500,00 pela dica :D )

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(é público, não cometo neste instante qualquer inconfidência :)

25 março 2019

(d)os recantos da casa

feelin' so sleepy, oh, i am!


dedicado

Alfa17,

19:

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(desde caixa de cereais pintada pela nigga, em arquitecta, a um dos protótipos com prémio internacional, do mano des Beaux Arts, um conjunto vasto de peças, aqui, uma só, em aço e cristal do mais puro, até à 'customização' dos candeeiros antigos desta casa, que retirei, após o aluguer e depois recoloquei, pintados à la kitsch, com entremeada de coevos, uma tela da mana, trapilho na porta da cozinha que dá para a varanda maior da casa).

onde fica esse país?