31 dezembro 2018

ladies & gents,

dia para escutar Ella e Satchmo (e tanto por onde), rien de sambas & demais.

calma, é um ano novo.


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e, se conduzirem, bebam somente depois :)

(desejo, seguramente comum)

que volte a Nossa Ana-de-Amsterdam, riqueza de falas e acontecimentos, partilhados, a depressão ida pelo (c)ano velho.

que volte o Nosso Luís Januário, riqueza de falas e acontecimentos, partilhados, a mania de estar calado ida pelo (c)ano velho.


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(não são só os amigos a família que escolhemos, são também, muito, alguns desconhecidos, por terem a deliciosa atitude de, um dia, decidido escrever, revelando-se publicamente, entrando polla nossa casa adentro e fazendo com que desejemos com eles tomar seja lá o que for, até comer um prato de favas*)

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*eu nunca escrevi isto das favas, entendido?

diz-me o que pensas e ficar-te-ei forever agradecida

Tenho que ir ali num pulo buscar umas compritas (cousa pouca) e apetece-me ir de pijama.
Não te parece formidável, pantufas & tudo?

30 dezembro 2018

jamais encontrei

um homem com a minha energia (não me interpretem em erro instalado, falo de resiliência, daquela que derruba por força do riso, por exemplo, e manifestamente refiro-me a alguns homens que passaram pela minha vida - one way or the other).


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existirá?

acabou

(isto de cortar o cabelo a sós, as filhas-meninas-mulheres pintando-o, sinto saudades dele longo, ora ondulado, ora esticado).

still can't get it,

isto de sing & chanter & cantar bien e, escutemos (don't, pas du tout, jamás!), ser um desastre na minha L1! 

gosto de pessoas assertivas,

29 dezembro 2018

born to

lutar e amar.


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(that's what life makes of some of us)

"I think that love's amazing"

eu também, agora que sei separar, não as augas, mas os mares.

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e nada de brincadeiras com (a)amares, que estou faltada de paciência(s).

apraz-me

after all these years, confirmar que não tenho tendências depressivas (reajo com as bacoradas do costume, rio muito, mexo-me), o que talvez deva agradecer aos genes along with as experiências da vida, so far.

em contrapartida, revelou-se-me (ah, as epifanias!) há aprox. 3 anos, que sou vulnerável à ansiedade.

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não a combato, mas vou vencê-la, calmamente, com tempo, o que for necessário, pois não desejo combater-me, antes perceber-me.

as vertigens

Victoria & a sua primeira exposição de pintura

as gargalhadas ecoaram até à Dona Elsa, na copa.

ficou particularmente fascinada, foi onde mais riu, com a tela designada "Explosão da Primavera", diante da qual recuei e, aproximando-me, fui rugindo baixinho e, depois, um BUUUMMMM suave mas incisivo, com elevação do seu corpinho!!!

também gostou das paisagens de mar, das telas 'nubladas' e das árvores de fruto (quando lhe murmurei « - papa!», ao ouvido).

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(trouxe a folha de sala e vou pedir ao A., que não tem filhos, que lhe faça uma dedicatória, pois aposto que nunca ninguém se divertiu tanto com aquilo que pinta, e é uma pessoa extraordinária, de rara bonomia, tranquilo)

ser uma leitora compulsiva de quase tudo - incl. rótulos de embalagens - e conseguir triar aquilo que se lê,

27 dezembro 2018

mui provavelmente,

e já está mesmo no tempo, desaparecerei de cena durante 2/3 dias, sem sequer levar planos, que, diga-se, prefiro sinuosidades.

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alexandra dixit.

o que eu li foi isto, e nem me chamo Maria Selectiva, apesar de o ser, tremendamente

“Abre-me todo a força da palavra encharcada, abre-me através de abdómen e diafragma, os pulmões, os brônquios, traquéia, a glote,
palato, e dentes, língua,
o côncavo da boca: um canto,
a ventania do corpo.

finalmente (rejubilemos), o dia 2 de Janeiro de 2019!

Como já sei  - duvido de eventuais surpresas - o que o calendário faz às pessoas, ei-lo, decido eu,  dia 2 de Janeiro. O aparente hiato que se criou no tempo não é culpa minha, jamais!!!

Pronta para outra, mas com diversas reflexões - as que me ampararam neste chegar até aqui - sendo que a primeira de todas elas é ignorar tudo o que me apetecer ignorar (o que até já tinha iniciado, por via da reflexão, mas repito-me) e actuar em conformidade.


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E a vossa festa de entrada com o pé direito, como foi?

24 dezembro 2018


Desconheço o que se passa no cinema, mas a verdade é que este ano, em estreias, deixou muito a desejar. Filmes deste ano que agora acaba de que realmente gostei foram pouquíssimos (um), e a quantidade de filmes, que não vi, com potencial para gostar, é igual. O mesmo se havia passado no ano passado que, bem feitas as contas, apenas gostei, a valer, de três filmes: A Fábrica de Nada, The Florida Project e Call Me by Your Name. Este ano, apenas Isle of Dogs.

22 dezembro 2018

título

até 02.janeiro.2019.
(beijos, em obeso mórbido :)

sobre o natalóide, mums, dads & kids

Os  nossos filhos deixaram de ser nossos mui cedo, provavelmente a partir do momento em que os inscrevemos no berçário/infantário (connosco, foi mesmo aos 3 meses, let me cry again for hours & hours, as mamas cheias de leite ).

O mérito deles (pilas e pipis, pessoas) foi construído, agora que são adultos, pelas suas múltiplas experiências, avaliações pessoais, A Sua Vida.

Indivíduos, com os quais temos que - eu sei, é tão difícil - obliterar o facto indiscutível de terem sido por nós concebidos/concebidos

ah!oh!, the invitation(s),

para as festas, mas esta, mui original: encerramento de um espaço que vai mudar para outro, 100m adiante.

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(já não tenho paciência, sequer para me abrigar numa embriaguez por conta da imbecilidade alheia)