as folhas cobrem o chão da vila e o dia parece querer atentar a paciência dos transeuntes. De novo, uma chuva rala, amostras de vento na ordem das saquetas de perfumista da Yves Rocher, etc., e eu que tanto queria ir ao quintal da casa das tias velhas, completamente em descalabro, colher limões, sei que o não posso fazer, hoje, pelo menos. A porta dos curros não abre, sequer a pontapé, precisaria do escadote longo do senhor da loja uns metros acima (como da última vez) e as silvas, que me chegam até ao infinito, além de continuarem a rasgar pele e roupa, estão ensopadas.
Queria também recuperar aquela cesta enorme, tão antiga, que permanece ainda na casa do forno de lenha e cujo destino é a cozinha desta casa, recuperando a sua função de sempre: guardar a lenha. Passei metade dos meus almoços de Verão recolhendo pinhas e paus, transpirando como se foram dias de praia, ou férias, quando de facto estes não aconteceram.
Atiro-me aos livros (voltei a ler) e tenciono iniciar a minha primeira manta para uma bebé especial. Uma peça simples, provavelmente num cinza claro, suave, que o rosa, enfim, mais me valeram as silvas & assim.
Queria também recuperar aquela cesta enorme, tão antiga, que permanece ainda na casa do forno de lenha e cujo destino é a cozinha desta casa, recuperando a sua função de sempre: guardar a lenha. Passei metade dos meus almoços de Verão recolhendo pinhas e paus, transpirando como se foram dias de praia, ou férias, quando de facto estes não aconteceram.
Atiro-me aos livros (voltei a ler) e tenciono iniciar a minha primeira manta para uma bebé especial. Uma peça simples, provavelmente num cinza claro, suave, que o rosa, enfim, mais me valeram as silvas & assim.



