13 setembro 2017

Um dia anseio por conseguir fechar a matraca no momento certo. Por ora ainda não consigo. Lamento...

12 setembro 2017

Para a G.

https://www.facebook.com/182663511778460/videos/1350829981628468/

o que me apetece

isto e policiais suecos.
as rosas, quem as quiser, pode colocá-las numa jarra/comê-las.

sobre chamar nomes

Um nome é belo, à partida. Quem o escolheu, pressupõe-se, tê-lo-á feito com carinho, tempo, atenção, ainda que tivesse, a escolha, durado 6 segundos (todo o tempo é válido, além de precioso).

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Que alguém chame um nome horrendo a uma das duas pessoas que mais amas na vida, e por elas dês a vida, quando já a ela(s) deste à vida, sentes que tudo desaba.

E sentes que não há perdão.
Certo dia fui à escola e não aprendi nada e regressado a casa a Avó Natalina passou-me um exemplar da crónica feminina. Nunca me perdoou não ter aprendido a bordar...





10 setembro 2017

Vira que vira.

Apresento a lavradeira mais bela do Alto Minho: Gracinha Senhora minha mãe. Foto do meu primo mais velho, Jorge Simão Meira que vai trabalhar para a Magnum mas ainda não sabe quando...

08 setembro 2017

há nisto

uma sensualidade rara. E conheço isto desde o início (a prima vivendo lá, nenhum disco cá).

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obs: o ciclismo interessa-me exactamente o mesmo que as favas.

(Homenaje a Paco de Lucía)

alguém que me esbofeteie para que eu deixe de sentir tudo a toda a hora, mas eu também preciso de esbofetear alguém, cuidado

O Sr. L., nos seus 88 anos, caiu sem que alguém tivesse o tempo de se levantar e o segurar. Caiu de costas, uma contusão enorme na cabeça, parte posterior. Chamado o INEM, o que já se tinha percebido: espécie de AVC, ameaça grave, mesmo mantendo o humor (fabuloso, diga-se).

E eu pergunto-me, desde outras situações: não deveria alguém na Coordenação telefonar, algum tempo depois, auscultando do ponto de situação?

Chegou um, depois, mas nada.

Telefonei à filha, atendeu o primo. Vigiado, ainda hospitalizado, tudo indicando uma eventual repetição.

Enviei um email colectivo reportando a situação.

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Uma certa/errada(?) vontade de chorar. A instituição não tens fins lucrativos, MAS

07 setembro 2017

recursos (des)humanos

Uma hipoglicémia, coisa que não me acontecia desde a última gravidez - e a beleza tem 19 anos - nas escadas do auditório. Malhei, com sorte, nas escadas em patamar e isto de saber respirar, segurar-me. Amanhã, vão ouvir-me. É que, se acontecesse nas escadas alternativas, teria rolado por 1/2 meses de baixa médica. aprox. 150 €/mês.

Amanhã, vão ouvir-me. E eu até aguento a fome por mais tempo do que é normal.

certeza(s)

Desde os 16, o cinema, realização, conservatório
Anos depois, seguramente uma alternativa, o corpo e a energia para.
Da excelência jamais falarei.






ah!, ando esquecida (por mor do cansaço físico e mental), mas

esqueci-me de vos provocar:

adoro isto e isto.

:)

€ 0,85

Também acontece deixarem e fugirem, enquanto largam um "a menina é tão educada!".
E tu ficas ali a olhar as moedas e com vontade de mandar à merda meia dúzia de pessoas, nenhuma delas o septuagenário que deixou as moedas e largou numa corrida após as tuas 2/3 afirmações de negação, de nada de gorjetas.

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Hoje, de novo.

Ftas

Estando circunstancialmente zarolho, acham que se for ao cinema me cobrarão apenas meio bilhete como aos velhinhos nos comboios? Seria da mais elementar justiça na óptica do utilizador...

06 setembro 2017

A gata cá de casa é praticante do proselitismo. Quer-me convencer que afinfar com arranhadelas e mordiscões é giro. Vai passar fome...

declaração de guerra é isto

As minhas filhas foram educadas como pessoas. Quando surgiram as (inevitáveis, por mor das avós, dos tios/tias-avós octogenários/as, do resto do mundo, messing around) questões de género, feliz fiquei por saber que souberam sempre actuar, falar, insurgir-se, sempre, enquanto pessoas. 

aparentemente parada, mas sempre

saltando de um lugar (conhecido) para outro (desconhecido).

05 setembro 2017

sobre as gorjetas

Sempre vi nisto a prova acabada da péssima remuneração mensal, isto é, o regozigo com. Hoje mesmo, no desemprego dos dias, tentaram oferecer-me moedas num total aprox. de € 0,85, que recusei, como sempre recuso. Além do mais, passei há décadas os 20 anos, a cerveja extra.

Enquanto guia-intérprete também recusei, com duas excepções, incontornáveis:

- os grupos de turismo religioso, que recolhiam num saco de plástico notas e moedas e simplesmente não arrancavam sem a minha aceitação. Lembravam-me a minha mãe.

- os japoneses, que partem do Japão com esta questão já tão decidida, em valores, que, em caso de recusa, levam a queixa - por  ingratidão alheia - à agência de viagens, ao operador turístico, ao consulado, seja lá onde for.

03 setembro 2017

Do mestre

“Eu sei, eu sei
Sim, eu sei. Sei-o agora e já há muito tempo o sabia.
Sim, sei, sei isso.
Mas eu sei isso e também sei o contrário.
E é tão difícil saber isso e saber o contrário.
Aceitar isso e não desprezar o contrário.
Sim, eu sei
Eu sei que a Terra terá cinco mil milhões de anos
Eu sei que a Vida terá mil milhões de anos
Eu sei que a “pequena” distância da Terra à Lua anda aproximadamente pelos 400.000 quilómetros.
Eu sei, sim eu sei
Eu sei
Eu sei que tenho apenas 56 anos de idade,
1,65m de alto e um passo de 70 centímetros.
Sim eu sei,
Eu sei
Mas sei também
Que a praia ficará diferente se eu lhe roubar um grão de areia
Eu sei
Que o mar não será o mesmo se eu lhe chorar uma lágrima
Eu sei
Que o Universo se altera quando respiro ou mesmo quando penso.
Sei, eu sei, eu sei que venho de longe e vou para longe.
Sei que não estou apenas aqui mas em muito lado, sei que não vivo “apenas” o tempo que vivo.
Sei que o infinitamente grande é tão infinito como o infinitamente pequeno.
E sei e sei mais e muito mais.
Sei que não sou excepção.
Sei que sou como todos os homens
Os que nasceram e morreram
Os que hão-de nascer para morrer.
Eu sei que entre mim e os outros há uma eterna e indissolúvel união.
E que os outros precisam de mim, tanto quanto eu deles necessito.
E sei que é este saber-mo-nos infinitamente grandes por sermos infinitamente pequenos que constitui a paixão da Vida.
Eu sei, sim eu sei.
E é sobre esta Vida de paixão que tem sido a minha que vou falar.
Com ironia, com tristeza, por vezes com rancor, mas sempre, sempre com paixão.
Há anos pensei um pensamento para gravar numa porta que ofereci, simbolicamente, para casa de uns amigos.
Esse pensamento pensava simplesmente: faz de cada momento uma Vida.
Ofereci a porta mas não gravei o pensamento.
Gravei-o na memória e procuro praticá-lo no quotidiano.
E é essa paixão pela Vida que quero apaixonadamente transmitir.
Porque não vive quem não mergulha permanentemente e apaixonadamente na paixão da Vida.
Eu sei, sim eu sei.
Eu sei.”
Fernando Távora, Depoimento para uma aula na Escola Superior das Belas-Artes do Porto, em 21 de Maio de 1980.

sem sombra de dúvida,

mesmo nos dias de canícula afiada.

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(e sempre abominei o Metro, algo claustrofóbica, as linhas, isto é ).