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15 fevereiro 2019

dois olhos, duas mãos, duas pernas, etc.

Não sei para onde me volte, a porcelana lá no país da neve e do gelo, a nigga mudando de casa, a Victoria, aos 11 meses, sorrindo asiaticamente, linda («- Vó, Avó, Cocó», com a variante «- Cocó, Vó, Avó»: felizmente, faz o mesmo com o avô :), sair do desemprego dos dias e passar quase duas horas com mudanças de casa, ainda atordoada com o inventário, a caca da gaats que cheira tão pior, tive que começar a exercer o beijo na sua bela cabeça, a moça querida da cafetaria que não me deixa ler, de tanto que necessita de desabafar, eu estar apaixonada.

A minha vida é um carrossel (e eu agradeço).

06 dezembro 2018

ainda sobre o desmoronar desta família

Tinha já decidido (a decisão até vem de longe, tomada em concílio familiar: prendas de natal, só para as crianças e a nossa mãe, os extremos, e agora existem só 3: as belas e doces gémeas, Miss L. e Miss S., este ano em terras de Sua Majestade, e a minha bela e doce V., aqui, amoramoramoramoramor)

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Sendo que a minha mãe viajou com a  mania da morte em Fevereiro passado, considerei adequado e gentil o gesto de presentear - a meu modo - o mano e a mana dela que vivem, bem como a mulher - minha madrinha de nascimento - do mano mais novo, também em viagem para algures há já 6 anos, também com a mania da morte.

Para cada casa, 3 saquetas de sementes: girassol vermelho, equinácea, estrepes.

Esta família necessita de gestos. E bebés, mas quanto a estes não posso, nem devo intrometer-me junto dos jovens em idade dita 'núbil' (jamais me intrometeria em tamanha decisão).

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(entretanto, vou subtraindo suculentas e cactos em jardins alheios e terrenos baldios para envasar e colocar no parapeito das janelas da casa ou para o jardim do senhorio; a amoreira também cresce linda e verde, teremos amoras no tempo delas; a estacaria de alecrim rejubila, creio que começaram, as estacas, a perceber da necessidade das raízes: tratar-se-á de uma memória?)

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(todos eles, mãe, a sua mana e os seus dois manos adoraram sempre jardins com flores, eu herdei pelo lado paterno: cactos, ervas, suculentas, dragoeiros, arbustos, palmeiras, etc.)

05 dezembro 2018

belo,

mas belíssimo, é dar o biberon à minha Victoria, a sôfrega, que pensa que faço pausa, não para que respire, mas para que eu  lhe beba o leite.

09 dezembro 2017

provavelmente, o natal mais difícil da minha vida (e nunca gostei dele, mas este faz sentido, literal)

E das dificuldades não falarei, por outrem, pois que para mim será a beleza sob todas as perspectivas. Não é assim para todas as pessoas, mas eu não sou todas as pessoas e ainda bem. 

08 novembro 2016

from time to time

Olho a minha mãe, relembro o pai,  vejo os manos, a mana, as filhas/os e sobrinhos/as e penso, honestamente penso, como saí para o mundo tão feia?

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Sem dramas, aposto que cada um deles/delas sentiu/sente exactamente o mesmo.

17 abril 2016

hoje também li a imprensa (online)

Segundo consta, a nossa longevidade tem uma relação directa com o dinheiro que possuímos (quanto mais ricos, maior o tempo de vida) . Eu, que, pelo lado materno, pertenço a uma família com uma longevidade obscena (um dito já antigo, brincalhão), afinal, estou condenada a não chegar sequer aos 55 anos.

- Ambrósio, apetecia-me uma Revolução!!!!!!!!!!!!!!

07 abril 2016

je suis Aristides

Jantei com um texto (JN, Público?) sobre ele, e há aquela parte de ter sido destituído do cargo de Cônsul, sem direito a reforma, os (muitos) filhos impedidos da tentativa no ingresso ao ensino superior e ele não desiste, sabe que existe território francês desconhecendo a sua exoneração e continua. Creio que li isto: mais de 30.000 vistos.

Autógrafos de jeito, existem, sim.