Gosto tantissimo disto, como de qualquer uma do Richard Thompson (que conheci à Lishbuna, e ele sabe, pois que já o afirmei, não escuto nem metade do que coloca - generoso, mas, caramba, o Be Goode, J., é enciclopédico!!! - como provavelmente tantas outras pessoas, ou então fui só eu, que admito sem problemas a minha ignorância sobre seja lá o que for).
Desconheço se se tratou de uma manobra plural de vendas, daquelas de apelo al cuore, de um conluio entre espaços de restauração dedicados aos casórios, etc.
Relevante, para mim, é aquele senhor de origem obviamente asiática, talvez o avô de um deles, os noivos, a forma como dança. Veja-se, ao minuto 05:01'.
UaU, uma lição para tanto trambolho emperrado aos 20 e tal anos!
Do gajo da banda que dança no chão não é preciso falar, é rolar com ele + confetti.
Desconheço se se tratou de uma manobra plural de vendas, daquelas de apelo al cuore, de um conluio entre espaços de restauração dedicados aos casórios, etc.
Relevante, para mim, é aquele senhor de origem obviamente asiática, talvez o avô de um deles, os noivos, a forma como dança. Veja-se, ao minuto 05:01'.
UaU, uma lição para tanto trambolho emperrado aos 20 e tal anos!
Do gajo da banda que dança no chão não é preciso falar, é rolar com ele + confetti.