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23 agosto 2016

sobre moi, once and for all

Não sou romântica, mas percebo que seja mais simples perceber seja quem for, desta forma, por conta de umas páginas (whoever wrote them). O meu pragmatismo é atroz (tornou-se, de facto, ali pelos 30 e tal anos, que uma coisa é viver redondamente o momento e outra é alimentar dele/nele uma ilusão).

Não me apaixono com facilidade, a minha exigência é tremenda (quero lá saber se tenho 50 anos e uma pancinha que ficou das gravidezes: se quiser saber - e, olhem, até quero! - é tudo orgulho, donde, poderia crescer mais um pouco, mas bastam-me aqueles dias do mês para parecer que vou no 6º  mês de gestação da terceira/o).

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Donde, o que é para mim fascínio/magnetismo, é fascínio/magnetismo, não é paixão, é o dito/dito, exacto. Basta-me observar a maioria das personalidades com pila, nojentas, na minha idade, para perceber a diferença. Ou aquela vizinha, nojenta, do bar do meu amigo, com menos 1 ano, que fez questão de engravidar para segurar o BMW e a vivenda do outro. Pure literature.