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25 fevereiro 2019

dos abusos, da violência, psicológicos/físicos/emocionais, ditos domésticos que, afinal, são crime público, é publicamente que se deve actuar

Desde crianças, ensinar as meninas a defenderem-se fisicamente: aulas de artes marciais, boxe, não interessa... actuar, cedo, para que possam defender-se fisicamente de agressores... e todos sabemos que quem pratica artes marciais anos a fio tende a tornar-se mais calmo, a só agir quando, de facto, se impõe (só quem não conhece praticantes de longa data o desconhece, e imaginem o conforto que é saber que vai um acéfalo agredir a companheira, um filho, e começa por ficar estendido no chão até à chegada da equipa do INEM, uma viatura VMER,...). Se as leis não actuam e ainda consideram, alguns ilustres juízes, para não falar da sociedade civil em geral, que no pasa nada e, também, que elas e os filhos estavam a pedi-las...

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basta de bestas! Ou estaremos a compactuar, seremos sempre cúmplices.

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(aos 16 nos já eu queria praticar o Kendo, não me deixaram, mas lá chegarei: e basta um pau de vassoura, que o segredo não reside nele, mas em mim e na minha aprendizagem)