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08 janeiro 2019

truth is (& pardon my french, 'cos i'm about to declare some truth), que se fodam!

Basta olhar em volta e perceber que se vive cada vez pior, com mais complicações na hora de pagar contas sem as quais o risco equivale a ser despejado da casa alugada, hipotecada, a ficar sem luz, água, etc. Que me venham falar de melhorias no estado da nação - uma estatística congeminada por sabemos quem -  quando ganhamos, tantos, o ordenado mínimo e nem sequer as maiores acrobacias suplantam as dificuldades, assaltam-me náuseas, daquelas de despejar as vísceras pela boca, inteiras. Um exemplo? No meu caso (ah! sortuda, tens um contrato de trabalho e não dizias nada!!!), os subsídios servem para colmatar falhas, nunca para fazer um fim-de-semana de férias que seja, há anos. Mas, depois, olho em torno, e há, há quem defenda que se vive melhor, que a elasticidade dos rendimentos permite brincadeiras que jamais conheci, excepto nos livros ou nos filmes.

Desejo (quase 1,70 de, recordo) assaltar um banco, ou levar de empréstimo o que me está, há décadas, a ser roubado, incluindo a tranquilidade da minha velhice, logo a mim, que não penso no futuro por aí além, que sou tanto de presente!

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Mas sim, preocupem-se, quando o presidente do rectângulo telefona em directo, interrompendo uma reunião, à apresentadora de serviço de todollos regimes absolutamente de merda. Igualmente ridículo, mas não o fará, seria desatar a telefonar aleatoriamente (?) ao cidadão incógnito, à la Papa, pedindo desculpas, mas filmado, de joelhos (apesar de estar absolutamente certa que as audiências maior veneração por ele sentiriam, popularucho como sempre & mais além!!!).