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12 julho 2016

O estranho caso da voz interior que recitava poesia.

Sou eu. Estou bem. Amo-te. Já não sabia o significado da primeira frase. A segunda era falsa. A terceira já não tinha importância nenhuma. Estava cansada. Perdida num emaranhado de definições. Diante dela abria-se a perspectiva terrível de uma sucessão infindável de encontros indesejáveis, como imagens reflectidas ad eternum num espelho tripartido.