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30 janeiro 2020

a memória do súbito em negro e amarelo.



Agora sonho com colinas e montanhas.
No sopé
traços oblíquos sobre perpendiculares que fazem lembrar a
terra depois de passado o arado.

Agora sonho com horizontes bravos de Sol,
com alguém que diz saber qual sombra é a mais fria,
se a do cedro altíssimo e pontiagudo, se a da saudade,
como se houvesse diferença entre a sombra.




27 maio 2013

joey baron, bruno chevillon, franck vigroux, elliott sharp: venice, dal vivo

Quando era menino piqueno, e estava zangado com o mundo, meia volta e a masturbação substituia-se por um par de horas a ouvir avant-garde - de todo o tipo e feitio, mesmo não percebendo nada dos ensaios e, lhes faltasse, com regularidade, com os meus despojos visuais. Conheci umas centenas de autores em dois ou três anos. Super-Madness. Faz bem à saúde (e este disco, em particular, é genial): ouçam.

10 maio 2013

A intendência, 001

Desprezamos os ídolos, é preciso acordar o belo inconquistável.