deverei estar pronta para seguir com a minha geração e a anterior e parte diminuta da que a minha pariu para um almoço de cabrito na vila do lado. Antecipo tudo isto com um desprazer incomensurável. Aos 10 minutos, os tios oitentas estarão a digladiar-se como se fora a final de um mundial (parecendo que não, sei destas coisas). Meia hora depois, alguém conseguirá provar, por intermédio de uma qualquer fórmula esquiva, que o esparregado não presta nem para alimentar porcos, facto bastante para intimidar até à medula a desgraçada pessoa que teve o azar de nos servir e, por esse facto, será também culpada pelo estado do mundo. Quarenta minutos mais tarde, calhar-me-á deixar o copo de vinho por ter o tio ânsias de mousse de chocolate com whisky e deverei conduzir-lhe o carro de regresso, num total de 10 minutos de prelecção sobre as suas virtudes nas artes do levar e trazer um automóvel por aprox. 4000Km, sempre com jantar calmo durante o crepúsculo (aquilo a que poderemos chamar, com encómio - não olhem para mim - uma condução rápida, segura, tranquila e demais contradições, mas de mesa posta, sim).
pelas 5 da tarde terei vontade de regurgitar o almoço junto de um poste, um carvalho, um choupo, os pés deles.
pelas 3 da tarde, a minha geração terá afirmado tudo o que jamais pensaram ouvir dos miúdos.
pela 1 da tarde, os jovens adultos que a minha geração pariu, terá dito, em duas frases lancinantes, as mais absolutas verdades, retirando-se da mesa e aparecendo junto dos carros na hora do regresso, normalmente, a pedido, via sms. Como não os adorar?
pelas 5 da tarde terei vontade de regurgitar o almoço junto de um poste, um carvalho, um choupo, os pés deles.
pelas 3 da tarde, a minha geração terá afirmado tudo o que jamais pensaram ouvir dos miúdos.
pela 1 da tarde, os jovens adultos que a minha geração pariu, terá dito, em duas frases lancinantes, as mais absolutas verdades, retirando-se da mesa e aparecendo junto dos carros na hora do regresso, normalmente, a pedido, via sms. Como não os adorar?