quando vejo (aparecem, raramente os procuro) os videoclips do Pavarotti & Friends, a voz dele lembra-me um motor de gôndola, a jacto, controlada q.b., jamais ofuscando & friends. Aquele com o F. Mercury, ansioso por reviravoltas no palco, mas em quase contenção (percebe-se), é disso prova. Com a Montserrat Caballé (onde pontifica um maestro louco da may the force be with you) está mais contido, dear Freddie, excepto a voz, claro, embora o corpo fale, por todos os poros.