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16 dezembro 2018

pensar, ler, reler

O nojo da romaria, sempre um bando de mirones & suas relíquias, a  incapacidade das instituições, repetindo-se nos 'acidentes de percurso', a boa gente que, exausta, substitui o Estado (sempre de sítio...), parece que precisamos, sim, ver nos meios de comunicação social (nem eram necessários os textos, bastariam os títulos) as imagens dos destroços, quiçá uma perna perdida num arbusto, em acessório de árvore de natalóide.

Não precisamos de imaginação nenhuma, sequer de informação, para sentir o sofrimento de familiares, amigos, colegas. Precisamos desta fantasia torpe, aparentemente, também para lamentar a morte de quatro profissionais daqueles que nos socorrem, em caso de necessidade, prescindindo até do seu tempo de folga.

É esta a homenagem, a dedicação, a memória que se guarda de quem nos salva e aos nossos e a todos os que deles necessitam.

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O SIRESP continua a ser aquilo que nunca foi, agora ainda mais protegido, que este caso pia muito fino e vem agudizar questões.
Os anónimos que conhecem como a palma da mão os terrenos, esses, provavelmente serão os eucaliptos do costume: culpados, por competência, cuidado, ética pessoal, decência, humanidade, mas ao contrário (e todos sem culpa alguma).