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05 agosto 2016

como, emigrar?

É que preciso.
E houve uma única pessoa que pensou no assunto e me falou numa oportunidade (o meu perfil não correspondia à situação, mas não é isso o que interessa).

04 agosto 2016

"As mulheres ainda são segunda classe"



[...]
Quando os seus filhos eram pequenos também lhes contava histórias?
Contava, então não contava...

E recriava-as na tela?
Não. As histórias que contava às crianças eram diferentes. Não lhes contava as histórias que me inspiravam a pintar, como os contos tradicionais portugueses. Essas não são histórias para crianças. São histórias para adultos. Eu própria nunca as ouvi em criança. Fui lê-las depois. A Fundação Calouste Gulbenkian deu-me uma bolsa para ir estudar para a British Library. Fui para lá ler contos de fadas de todo o mundo. Li as histórias da Itália, da Suiça, de França, que são completamente diferentes, li as histórias de Inglaterra, que não têm interesse nenhum, são todas sobre batalhas e coisas assim, e li as portuguesas, que são as mais extraordinárias.

Mas já as tinha descoberto antes.
Sim. Já tinha comprado os contos do Leite de Vasconcelos.

O que mais a atrai nesses contos?
A crueldade. É verdade, a crueldade. Apesar de o mundo não ser só feito de crueldade, eu sei.

[...]

09 janeiro 2016

ó Snowy, ó Zeta, ó quem goste da Paula Rego!




(bem sei, lê-se mal mesmo clicando e por tamanha inépcia no assunto apresento as minhas desculpas, mas lá terão que ir buscar a lupa dos antepassados :)

14 fevereiro 2013

quando uma ternura do tamanho do mundo se abate sobre nós


Mais logo, descrição do tempo na sala de espera do Centro de Saúde.