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16 janeiro 2020
Para além de Eraserhead e Funny Games.
Eu, se acaso realizasse um filme, ninguém entenderia nada. E assim é que é bom.
13 novembro 2016
O insondável. Desta vez com uns aliens feios
Certamente que já vimos melhor neste sub-género da ficção científica que é o contacto alien; mas, Arrival (2016), ganha alguns pontos positivos por ter sido realizado por Denis Villeneuve: domina muito bem a arte do thriller, na esteira estética de um Lynch sem misticismos; é tudo curto e directo, previsível mas eficaz na sua sensibilidade agressiva de pensar a imagem. E, embora Arrival deixe muitas pontas soltas e soe-nos sem um objectivo moral, ou plano de conflito dramático, nesta história pessoalíssima e íntima de uma mulher que vê o futuro, é um filme de uma densidade peculiar ao lidar com temas como tempo, livre-arbítrio e emoções como o medo, a perda. Se quiserem um blockbuster para este final de ano, é de algum interesse.
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12 dezembro 2012
quietude
Nunca, como ultimamente, tive tanta insónia, acordares súbitos, sonhos, pesadelos, tudo junto como na pior das festas em que todos fruem de uma diversão total e nós, numa névoa, nos distanciamos simultaneamente para trás e para um lado, um só, a uma velocidade extraordinária, inexplicavelmente sem nos rompermos, ou rasgarmos, ou partirmos. E nisto nada comporta tristeza ou infelicidade ou depressão.
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