quero aplaudir saxofonistas no teu coração.
sorris em pânico, evidência matemática, o teu soutien
a desnivelar-se - eu voyeur. queres entrar-me, que
seja um hábito rápido, rigoroso, pitagórico. que te veja
a vaidade desse milhão de pérolas, desse estado de graça
sem lágrimas vivas que vetam, dos dias simétricos, o meu
sémen,
quero aplaudir saxofonistas no teu coração.
voamos ao Sol que muda o mito em cada nascente, brilhas
como a escuridão degole do este ao oeste num jardim da garganta
o diabo faz-me acorde de guitarra, e então o sedilúvio quente, ridículo,
como uma puta que bebe jazz, whisky e cola, medita
às mangas da tua flanela segredos violentos
de mobília a arrastar.
quero aplaudir saxofonistas no teu coração.
sorris em pânico, evidência matemática, o teu soutien
a desnivelar-se - eu voyeur. queres entrar-me, que
seja um hábito rápido, rigoroso, pitagórico. que te veja
a vaidade desse milhão de pérolas, desse estado de graça
sem lágrimas vivas que vetam, dos dias simétricos, o meu
sémen,
quero aplaudir saxofonistas no teu coração.
voamos ao Sol que muda o mito em cada nascente, brilhas
como a escuridão degole do este ao oeste num jardim da garganta
o diabo faz-me acorde de guitarra, e então o sedilúvio quente, ridículo,
como uma puta que bebe jazz, whisky e cola, medita
às mangas da tua flanela segredos violentos
de mobília a arrastar.
quero aplaudir saxofonistas no teu coração.






