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31 janeiro 2019
fraco
Vamos fazer um exercício. Imaginemos que quem realizou Green Book foi Kathryn Bigelow. Vai parecer melhor do que realmente é.
05 março 2017
Morre Clara Bow | A incontrolável maneira de dizer o verbo ser
Quando vemos os pés de Toni levantar do chão e, posteriormente, experienciar o seu misterioso ataque, que tocara apenas as raparigas desta equipa de dança algures num centro de recreação no Cincinnati, percebemos que a maria-rapaz foi aceite. Até ali, o filme, de planos largos, com o tempo de inspirar, expirar, e com alguns símbolos discretos docoming-of-age americano, narrara de forma demasiado ambígua a causa e correlações daquelas misteriosas convulsões, que vão do epiléptico-incontrolável [mas o que é verdadeiramente incontrolável em The Fits...?] ao sereno e revelador, não nos deixando entrever se estiveramos perante uma maldição, se uma benção. Na verdade, The Fits tem o seu centro de gravidade neste rito e sentido iniciático - como um êxtase, não centra a sua estória numa 'praga inexplicável' que atinge pré-púberes numa especial meditação sobre o auto-conhecimento, dando asas assim a um filme mapeado pela sensibilidade do thriller, necessariamente diferente; mas seríamos ingénuos se não conseguíssemos vivissectar um sentido não-só abstractizante e de melodia estética neste filme escrito a seis mãos e realizado por uma estreante Anne Rose Holmer; um sentido de crítica social, de género. Catarse. Um filme feminista, e contra toda a espécie de cinismos, entenda-se.
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