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26 julho 2016

eu, que lamento a infelicidade da gigantesca maioria dos casais que conheço,

reconheço que jamais terei  a meu lado, bebendo um whisky puro, comendo marisco, dormindo sem regras e comendo de igual modo, o homem que quero.

se alguém me verá chorar, lacrimejar que seja, lamentar-me aos bocadinhos (em minutos, horas, dias, a preciosidade da vida)?

nunca.

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livres, ambos (e não me falem daquele existencialista arraçado de asnóide sobre a questão da liberdade individual ou levam com uma cataplana de cobre na testa).