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24 agosto 2017
28 outubro 2016
arranjos pedidos
Não.
(não recordo quando, talvez dois anos) pediram-me para fazer um workshop (as minhas articulações digitais nunca mais foram as mesmas, devo dizê-lo, por conta dos achaques causados pela sit com e por conta da falta de vaidade) sobre arranjos florais. Falar de arranjos florais, na minha óptica (chamem-lhe o que quiserem, eu também), é como coleccionar coisas, estar casada a passajar as camisas dele, enfim, a fazer-lhe as malas de estadia.
Não.
Eu, misturo elementos, objectos, coisas, colo-os à situação, não faço arranjos florais. Nunca fiz (o prazer que sinto desapareceria).
(não recordo quando, talvez dois anos) pediram-me para fazer um workshop (as minhas articulações digitais nunca mais foram as mesmas, devo dizê-lo, por conta dos achaques causados pela sit com e por conta da falta de vaidade) sobre arranjos florais. Falar de arranjos florais, na minha óptica (chamem-lhe o que quiserem, eu também), é como coleccionar coisas, estar casada a passajar as camisas dele, enfim, a fazer-lhe as malas de estadia.
Não.
Eu, misturo elementos, objectos, coisas, colo-os à situação, não faço arranjos florais. Nunca fiz (o prazer que sinto desapareceria).
09 dezembro 2014
um ano nunca é só de merda
Provavelmente, umas horas depois ainda apanhas aranhas, pequeno folhedo e galhos no cabelo, na roupa, dentro das botas. Vale a pena, no entanto, este agridoce da época sem sulfatos, carregado da mesma água que rebentou com as uvas, as azeitonas e as castanhas.
Os citrinos rejubilam e o meu cabelo, a minha roupa, o interior das minhas botas e a minha boca aí estão para o comprovar.
Os citrinos rejubilam e o meu cabelo, a minha roupa, o interior das minhas botas e a minha boca aí estão para o comprovar.
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