Não sou pessoa de ressabiamentos, raivas, ódios (já o disse, nasci sem o botão para), mas existe uma pessoa à qual jamais concederei o privilégio (não sou de falsas modéstias) de voltar a mim.
Sucede que gosto dessa pessoa, mas a forma como lidou comigo é, não só, inconsequente consigo (talvez pense que se conhece), como me largou fora eu o seu vómito, a incapacidade de se ver, de se saber, de se conhecer.
Cousas existem que jamais admitirei.
Sucede que gosto dessa pessoa, mas a forma como lidou comigo é, não só, inconsequente consigo (talvez pense que se conhece), como me largou fora eu o seu vómito, a incapacidade de se ver, de se saber, de se conhecer.
Cousas existem que jamais admitirei.
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