Desconheço por que feitiço é o último álbum de Raphael Saadiq o meu preferido do ano passado, apesar de não ter sido o que ouvi mais vezes. Talvez por ter, entre o delicioso disco-funk e batidas soturnas a lembrar algo produzido na Europa, tímido space-jam caramelizado, uma história trágica no encalço. Talvez por lá se ouvir um baixo injectado em composições de invejável orgânica - algumas delas reinterpretando temas clássicos do R&B de antanho -, e terminando todas de forma abrupta...
Entre todos os que ouvi, o que mais gostei foi mesmo Jimmy Lee... O fenómeno Billie Eilish pode esperar.
3 comentários:
And so Diogo goes...
Or keeps goin'...
Não percebi. 🙂
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