de há uns anos a esta parte, ir lá fora fumar um cigarro (aos 'colegas' e 'chefias' digo que vou fumar um charro/um charuto/o que calha) sem jardinar, colocar as pedras de xisto caídas no seu encaixe no muro, acariciar a lavanda e as ervilhas-de-cheiro, apanhar lixo dos canteiros, pontapear um ou outro fruto antigo do liquidambar ou uma bolota de carvalho americano, anafada. São pequenos devaneios ambulantes sem grande préstimo para a instituição que me fazem carícias de cima a baixo, eleVanDo-me.
4 comentários:
"um ou outro fruto antigo do liquidambar"
Falas, pois, de uma árvore caducifólia pertencente à família Altingiaceae, cujos frutos são pequenas cápsulas que se reúnem em glomérulos espinhosos de uns 3 cm de diâmetro e sobre longos pedúnculos, encerrando cada cápsula 1 ou 2 sementes aladas, não é verdade?
Precisamente, cousa boa de homo sapiens sapiens, na versão masculina, com inteligência muito, mas muito acima da média, um humor altamente corrosivo e de acidez agradável ao palato intelectual, uma sensibilidade de excelência, uma presença virtual de tal modo invulgar que se vê absolutamente a olho nu.
Verdade :)
:-)))
Cenas que descambam em rotinas. Das boas 😀
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