29 janeiro 2020

Sai de Casa

10 comentários:

Maria Eu disse...

Haja um bom motivo para sairmos de casa!
Este é-o!

Beijocas, estalajadeira :)

Maria disse...

Vou tentar, Alexandra, mas encontrá-lo de novo parece-me missão impossível :)
Mas posso vir aqui lê-lo...
🌹

Diogo Almeida disse...

Ui.

josé luís disse...

acreditem ou não, li este poema hoje no "poetas lêem os seus poemas". e no fim rasguei-o.

alexandra g. disse...

Conheci-o via net há décadas, um dia enviou-me este poema, do qual não gostava (é sempre assim, quem faz bem repudia o que fez, eu sei), e sei que mo enviou para gozar consigo, o Resende, Manuel, por achar que não era um poeta, "só" um tradutor (porra, este gajo aprendeu sozinho o Grego, o Finlandês, o Latim, eu sei lá!). Adorei o poema, como adorei aquilo de um dia me ter escrito um email, lá no Conselho Europeu, sobre as "salas de pânico", vulgo, interpretação directa.

Seguramente, das pessoas mais inteligentes que 'conheci', além de uma correcção exímia, rara, irónica, marcante, o homem que chegou a Bruxelas e foi um "Homem-Sanduíche".

Até um dia, Resende, Manuel!

Luis disse...

saio à rua e mato alguém

alexandra g. disse...

Não, o Manel era um guerreiro, tremendo, irónico, mas pacífico :)

Luis disse...

saio á rua e rasgo um papel


(qual papel?)
(o papel)

Maria disse...

Alexandra, vou ficar para sempre grata por me ter dado a conhecer o Manuel Resende. Embora eu seja leitora (e compradora de livros) de poesia, desconhecia este homem extraordinário; já me comovi com coisas que fui lendo na net e vou comprar a Poesia Reunida.
I owe you one!
Thanks again.
🌹

alexandra g. disse...

De nada, Maria, o Manel sempre foi do mundo, de modo recatado - e falo do pouco que dele 'conheci' (será que conhecemos verdadeiramente alguém?) - decerto, mas, nesse modo recatado, de uma exuberância formidável :)