02 abril 2019

algo que eu poderia ter escrito em qualquer momento a partir da minha adolescência, mas que continua a acontecer

agora, com a vantagem de ter parido por duas vezes (mais quilo, menos quilo, quase 30Kg, em ambas as gravidezes), ser mais antiga :) do que quem alevanta as armas, por ter sempre regressado ao meu código genético e ao facto de não consumir doces, com raras excepções, enquanto vejo mulheres nos seus late vintes/trintas abaloando, gravidez após gravidez. Mentiria se dissesse que sinto pena, pois que aquilo que sinto é mesmo compaixão, o conceito (vão palavras em itálico por uma única razão: desconhecem a diferença de conceitos e, nisto, é mais como se me dirigisse a elas do que a vós, com adenda: elas não sabem deste espaço, mas eu vou dizendo, com calma e respeito, de minha justiça, como se foram a Bundchen nos seus 19), a atitude.

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(nem sequer preciso de calma, que o tempo, a genética, etc., escrevem pollas suas linhas, que eu só reajo pessoalmente, sem qualquer dificuldade, quando é mesmo ofensivo o discurso que me é dirigido e, honestamente, não desejo ofender ninguém com peso em excesso, ainda que esteja eu a ser a ofendida, seja qual for o género/motivo/etc.; yet, fá-lo-ei, se me sentir de facto violentada, palavra esta que vai sem as mesuras dos itálicos, etc., vocês já sabem)

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(a parte engraçada/irónica, da qual falo há anos, é dizer  - também a estas mulheres - que quem perpetua o machismo são as mulheres, nomeadamente estas, que fazem tudo: horário de trabalho completo, tratar da casa, dos filhos, das compras no supermercado, etc; e os maridos, quando metem licença de paternidade - meses após a pila no orifício -  espetam com o fedelho na mãe, a avó, e vão à sua vida...  - que vida????????????

- e, já agora, a delas, vida, a das mamãs carnudas?.............)

(eu sei.............)

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(e eu não sou bela, eu sou quem sou :)

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