08 abril 2019

agrada-me isto de poder escrever cousas que jamais confessei excepto a um núcleo mui reduzido de pessoas, muito próximas,

e logo diante de tanta gente que não conheço. Sei que é saudável, bastaram aqueles 2 anos enquanto trabalhadora-estudante, Coimbra, no psiquiatra, para saber que é outra forma de fazer psicoterapia, mas de moto-próprio. E resulta. Livrei-me de uma espécie de culpa, mesmo sabendo que não me pertencia, na íntegra, apesar de o corpo ser Meu

Aconselho, vivamente.

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