obrigada, Teresa, também mostras muita flora, nas suas várias formas de existência, que nos deixam a salivar, a desejar ter um mínimo de 2 hectares de terra para desatar a semear, plantar...
esta árvore, em particular (o castanheiro da Índia, é das minhas favoritas, a par do ulmeiro - aqueles ramos cheios de reviravoltas, caramba! - da pimenteira bastarda, da oliveira, do gingko, da humilde macieira que bota maçãs perfumadas, pequeninas, que ainda se encontra pollos campos, mato adentro, nos pomares abandonados, a figueira, o amieiro, eu sei lá...
p.s. - o dragão pequenino que se vê à esquerda é um marcador de livros e tem uma história curiosa: um dia, foi ao meu local de desemprego dos dias uma senhora já sénior; elogiei-lhe a carteira (há quem diga clutch :)), com um tecido lindissimo; regressou no dia seguinte unicamente para me oferecer este marcador: tudo fora feito pela filha :)
p.p.s. - tanto devasto, com as palavras, como espontaneamente me saem os elogios, o agrado, o prazer que é ver; jamais me arrependi, mesmo nos momentos que geraram consequências desagradáveis.
Esta floresta encanta-me. Uma árvore escrita com a luz dos olhos e marcada com um dragão.
O meu jardim é mais pequeno do que a minha casa. Investi nele muito do meu tempo, esforço, e algum (não muito) dinheiro. E ele agradece-me com flores, frutos. Os jardins agradecem sempre.
Eu não investi nada de nada, Teresa, excepto as mãos sujas (caraças, o que eu detesto luvas!), a natureza é pródiga, oferece, limitei-me a retirar com gentileza das bermas de estrada, dos campos, aceitar alguns pés oferecidos, etc.
Tenho a certeza que sentes como eu sinto: transportámos espécimes, vingaram, agradecem, como tu e eu e tanta gente que faz de igual modo :)
____ (o "meu jardim" nem sequer me pertence, veio com o aluguer da maison, de bandeja, mas era uma espécie de aterro de embalagens de doces das crianças que vão para a escola, quando chegámos, esta terra fica pelo caminho... :))
6 comentários:
Certas casas são como santuários onde as árvores se sentem bem.
Que belo, alexandra.
:)
obrigada, Teresa, também mostras muita flora, nas suas várias formas de existência, que nos deixam a salivar, a desejar ter um mínimo de 2 hectares de terra para desatar a semear, plantar...
esta árvore, em particular (o castanheiro da Índia, é das minhas favoritas, a par do ulmeiro - aqueles ramos cheios de reviravoltas, caramba! - da pimenteira bastarda, da oliveira, do gingko, da humilde macieira que bota maçãs perfumadas, pequeninas, que ainda se encontra pollos campos, mato adentro, nos pomares abandonados, a figueira, o amieiro, eu sei lá...
:)
p.s. - o dragão pequenino que se vê à esquerda é um marcador de livros e tem uma história curiosa: um dia, foi ao meu local de desemprego dos dias uma senhora já sénior; elogiei-lhe a carteira (há quem diga clutch :)), com um tecido lindissimo; regressou no dia seguinte unicamente para me oferecer este marcador: tudo fora feito pela filha :)
p.p.s. - tanto devasto, com as palavras, como espontaneamente me saem os elogios, o agrado, o prazer que é ver; jamais me arrependi, mesmo nos momentos que geraram consequências desagradáveis.
Esta floresta encanta-me. Uma árvore escrita com a luz dos olhos e marcada com um dragão.
O meu jardim é mais pequeno do que a minha casa. Investi nele muito do meu tempo, esforço, e algum (não muito) dinheiro. E ele agradece-me com flores, frutos. Os jardins agradecem sempre.
Eu não investi nada de nada, Teresa, excepto as mãos sujas (caraças, o que eu detesto luvas!), a natureza é pródiga, oferece, limitei-me a retirar com gentileza das bermas de estrada, dos campos, aceitar alguns pés oferecidos, etc.
Tenho a certeza que sentes como eu sinto: transportámos espécimes, vingaram, agradecem, como tu e eu e tanta gente que faz de igual modo :)
____
(o "meu jardim" nem sequer me pertence, veio com o aluguer da maison, de bandeja, mas era uma espécie de aterro de embalagens de doces das crianças que vão para a escola, quando chegámos, esta terra fica pelo caminho... :))
O meu também não, de igual modo. Mas agora que o fiz é meu. A terra custa a sair das mãos.
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