28 março 2019

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17 comentários:

alexandra g. disse...

Aprecio imenso a denúncia da Cristina (adoro-a, é uma pessoa da máxima decência), mas todos sabemos que isto acontece mais do que jamais detectaremos/poderemos denunciar.

_____________
A small note: sempre gostei muito de misturar linhas de poetas - ou fotos de gentes com linhas de poemas de outras gentes, nada de original, muita gente o faz - mas isto a que estamos a assistir é de outra (des)ordem: como diz a c., é repugnante, quando até poderia ter algum mérito (o da leitura, por ex........) se declaradamente tivesse a tal Bertolda enunciado os "seus feitos".

Diogo Almeida disse...

isto devia ser caso de polícia, mas, infeliz ou felizmente, é só caso clínico-espiritual: parece-me que é uma rapariga a quem se aplica perfeitamente o trecho bíblico do «perdoa-lhes, que não sabem o que fazem», para além, claro, das bestas do apocalipse, e assim, sucessivamente. dois chapadões fazia-lhe melhor do que um verso.

alexandra g. disse...

Diogo, é caso de denúncia - já foi, felizmente! - e é caso de julgamento em tribunal. O plágio/etc., são puníveis, por lei. E ela, segundo me apercebi daquilo que acopanhei, sabia perfeitamente o que estava a fazer, donde, não me parece caso para chapadões, antes para ressarcir os plagiados.

Diogo Almeida disse...

não sei se sabe, pese embora os alertas. os maluquinhos estão todos à solta, não em hospitais psiquiátricos ou igrejas. esses, chegam lá por outros motivos que não a «ingnorânssia»...

alexandra g. disse...

provavelmente, ficará tudo em augas de bacalhau, ou ela venderá 'imenso' (ahahah, a poesia, au PT, o dito "país de poetas"!)

alexandra g. disse...

quando muito, terás uns Like!, em plural, mas até isso me causa nojo.

João Lisboa disse...

Até acho piada ao descaramento.

alexandra g. disse...

João,
senta-te aqui (beijos - não sou de perder oportunidades , ainda que inexistentes, cerca de 95 :) e deixa que te diga o que já disse supra:

"A small note: sempre gostei muito de misturar linhas de poetas - ou fotos de gentes com linhas de poemas de outras gentes, nada de original, muita gente o faz - mas isto a que estamos a assistir é de outra (des)ordem: como diz a c., é repugnante, quando até poderia ter algum mérito (o da leitura, por ex........) se declaradamente tivesse a tal Bertolda enunciado os "seus feitos")

Tétisq disse...

'os editores reparam em coisas que nós não reparamos' diz ela.

Perguntar:
Quem são os editores e que papel têm actualmente?

Daria lugar a um debate interessante ao qual gostaria de assistir.

alexandra g. disse...

Sweet Tetsq,

abomino debates com gente que não merece o termo (jamais, o teu caso).
Por mim, é caso de tribunal e pronto, com todos os envolvidos.

________
(se no que toca à propriedade material é o que sabemos, poderemos todos por muitos anos esperar até que a propriedade intelectual seja reconhecida, o que muito mal faz, ainda acontece até na investigação: teses, sejam elas de doutoramento, etc. :(

João Lisboa disse...

Não é uma questão de "misturar linhas de poetas - ou fotos de gentes com linhas de poemas de outras gentes"; acho genuinamente piada a falsários, falsificadores, impostores,impersonators. A parte mais verdadeiramente interessante (e tragicómica) do Relvas e do Sócrates foi a opera buffa das "licenciaturas".

João Lisboa disse...

Não esquecer também casos notórios noutras áreas:

https://lishbuna.blogspot.com/2017/10/a-arte-de-furtar-doi.html

http://lishbuna.blogspot.com/2012/12/a-minha-incondicional-admiracao-pelo.html

http://lishbuna.blogspot.com/2013/01/blog-post_67.html

alexandra g. disse...

João,

o facto de considerares toda esta tropa fandanga como "falsários, falsificadores, impostores,impersonators" diz muito mais do que escreveste :)

aquilo que te faz rir (não duvido nadicas :) é o teu lado sério de ver a repercussão desta tropa fugir à "autoridade"/às leis/etc., já percebeste ode quero chegar, obviamente inexistentes no que toca à execução da investigação/inquérito/castigo.

não perdeste - e já te leio há alguns anos, apesar de não conhecer a tua vida, que tento adivinhar - o teu sentido de justiça, antes o reforças, com a tua tomada de posição :)

e, claramente, há em ti (como em mim e muitos de nós, mas na tropa fandanga só poucos a terão) um lado anarquista que permite ver por outras perspectivas, o que é altamente louvável.

toma um beijo*
não, dois**

João Lisboa disse...

You read my mind.

:-)

alexandra g. disse...

it's 'cos i luv ya (and you also know - i keep writing postcards on this issue - what i think of Love, something like a notion of what perfect architecture should be: a place for many :)

cadê o meu beijo? :P

Tétisq disse...

Não tenho dúvida alguma de que se trata de um caso de justiça.
Quando me refiro a debate não me refiro, obviamente, à sua forma tradicional refiro-me a uma consciência critica que as pessoas deviam desenvolver antes de comerem qualquer coisa que lhes é servida sem saberem quem a cozinhou. Os ingredientes que já vinham fora de prazo foram usados por alguém que tendo detectado o embuste os usou na mesma para fazer dinheiro e que não o tendo detectado revelou ser bastante incompetente, todas as outras obras por si editadas devem ser alvo de escrutínio...
Mantenho esta curiosidade, muito minha e talvez só minha, ao que parece... quem são, hoje em dia os editores, os reponsaveis pela escolha do que chega ao mercado literário e pela exclusão do que não chega? Quem são e o que é que os valida enquanto tal?

João Lisboa disse...

*