De uma forma ou de outra, ou ainda de muitas outras, em tantas áreas, até aéreas, todos somos hackers.
Se atentarmos na questão daqueles que se dedicam à informática (mas são muitas, as áreas de trabalho/conhecimento), alguns com 15, ou menos anos de idade, perceberemos o que habitualmente se concretiza (após ralhetes, apreensão das máquinas, admoestações várias, prisões de curto período, you name it! : são contratados pelas agências de informação/etc., mais poderosas, sendo que não têm, sequer, muitos deles, a escolaridade que incluiu a disciplina de Informática).
São bons, magníficos, perigosos, tamanha, invariavelmente, a sua independência, em alguns casos as igualmente excelentes conexões = entre iguais, o que remete a maioria de nós para um limbo de trolarós (sorry, but facts are facts...).
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(a maioria dos excelentes programadores que conheci, até hoje, chegou à excelência all alone; um deles, por exemplo, lutou com uma máquina - percebeu rapidamente que não se tratava de alguém, mas evidentemente alguém programou o vírus, de estirpe altamente perigosa e desconhecida - esteve 3 horas a lidar com uma intrusão no website lá do sítio e, apesar de excelente na área da informática e de também não ter aprendido as bases mais elementares do ENG, na escola, mas também outside, recorreu aos seus fóruns internacionais, na net, quando algo de muito novo lhe aparecia: conseguiu!, e sei que muitos informáticos com mestrados e especializações não conseguiram, na mesma situação em sítios iguais, com profissionais para o efeito...)
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(lembrei-me de escrever este postal a propósito d'estoutro).
Se atentarmos na questão daqueles que se dedicam à informática (mas são muitas, as áreas de trabalho/conhecimento), alguns com 15, ou menos anos de idade, perceberemos o que habitualmente se concretiza (após ralhetes, apreensão das máquinas, admoestações várias, prisões de curto período, you name it! : são contratados pelas agências de informação/etc., mais poderosas, sendo que não têm, sequer, muitos deles, a escolaridade que incluiu a disciplina de Informática).
São bons, magníficos, perigosos, tamanha, invariavelmente, a sua independência, em alguns casos as igualmente excelentes conexões = entre iguais, o que remete a maioria de nós para um limbo de trolarós (sorry, but facts are facts...).
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(a maioria dos excelentes programadores que conheci, até hoje, chegou à excelência all alone; um deles, por exemplo, lutou com uma máquina - percebeu rapidamente que não se tratava de alguém, mas evidentemente alguém programou o vírus, de estirpe altamente perigosa e desconhecida - esteve 3 horas a lidar com uma intrusão no website lá do sítio e, apesar de excelente na área da informática e de também não ter aprendido as bases mais elementares do ENG, na escola, mas também outside, recorreu aos seus fóruns internacionais, na net, quando algo de muito novo lhe aparecia: conseguiu!, e sei que muitos informáticos com mestrados e especializações não conseguiram, na mesma situação em sítios iguais, com profissionais para o efeito...)
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(lembrei-me de escrever este postal a propósito d'estoutro).
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