25 março 2019

fora uma cadeira de convés e teria adormecido em meio minuto,


(S.)


tamanha a calma, a imponência humilde (sim, isto existe) das montanhas, as árvores baixinhas, os socalcos bem delineados, a placidez das augas, os arbustos em volta, o raro zimbro (cuja madeira é das mais aromáticas), a giesta branca, a luminosidade que começava a esvair-se, quase cumprimentando a noite e a inevitável despedida (e eu é mais mar...)

6 comentários:

Diogo Almeida disse...

epá... Douro?

alexandra g. disse...

é tão importante assim a resposta, postos todos os elementos sobre a mesa/texto? :)

Diogo Almeida disse...

apenas curiosidade.

foto toda apetecível. :)

alexandra g. disse...

"toda"?
ora, ora :)

Diogo Almeida disse...

vou enveredar pela poesia. tinhas razão. em curso está o esclarecimento disto, de eu enveredar pela poesia em detrimento da prosa.

:)

Gaja Maria disse...

WOW!
Fantástico!