14 março 2019

ensino, aprendizagem, escolaridade(s)

Defendo, cada vez mais, a importância do Renascimento na questão que "nasceu" no postal infra: por que razão/razões, frequentando um curso de licenciatura em Letras, não poderemos escolher uma disciplina de Física/História da Arte/Química/Matemática/Arquitectura/Medicina, e tudo isto, também, em sucessivas voltas de cursos de licenciatura estupidamente focados (ninguém sabe, cada vez mais, o porquê de tamanha obtusidade)

Quem julga, de facto, mais, o porquê do que está a acontecer com os currículos, tamanha a desinformação que uma licenciatura (e logo à  bolonhesa...) confere, de facto?

Conhecimento? Quando muito, informação, e parca, sempre o senti, daí ter enveredado por outras vias, tanto pelo porquê desta manutenção de tamanha obtusidade abrangente.

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(poderá perecer fácil afirmar que «- Mas podes sempre estudar sozinha!», mas sucede que não, principalmente quando a avaliação é contínua, as aulas práticas, obrigatórias, etc., e o tempo escasseia e a malta, porra, tão jovem, quer também namorar, ver cinema, ler cousas, tanto etc. para aprender)

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