daqueles, já consumados, após tempos de uma logística feroz, em que a adrenalina se solta em cataratas violentas, no final das cousas: tudo, em nós, cabeça, corpo, esgotado. Corre sempre bem, amazing, quando não existe sequer uma equipa de trabalho, antes grupinhos à adolescente, mas que, incrivelmente, tudo se conseguiu concatenar e o resultado não poderia ser melhor, como sempre. Não é por isto que escrevo, antes por considerar que, se as cousas funcionam, é mesmo por considerar que o individualismo é tremendo (traduzindo: ninguém quer que sobre si recaiam críticas, etc.: lastimável, em suma) e os grupinhos uma ilusão colectiva.
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diz-me tu:
- o que é a excelência? (já perguntei a Dª Luísa de Camona, a gaats, mas ela considerou somente os snacks de salmão, quando cheguei, mais tarde do que é costume).
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diz-me tu:
- o que é a excelência? (já perguntei a Dª Luísa de Camona, a gaats, mas ela considerou somente os snacks de salmão, quando cheguei, mais tarde do que é costume).
2 comentários:
Ai, que me revejo tanto nisto...credo!
:(
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tenho a sorte de ter o meu mais querido colega ter criado um whatsapp para a "equipa" e já lá coloquei isto (não por via da hospedaria, jamais!!!), aguardo reacções (que virão por modo individual: concordam, mas fazem por modo oposto, PQP).
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