Não sei para onde me volte, a porcelana lá no país da neve e do gelo, a nigga mudando de casa, a Victoria, aos 11 meses, sorrindo asiaticamente, linda («- Vó, Avó, Cocó», com a variante «- Cocó, Vó, Avó»: felizmente, faz o mesmo com o avô :), sair do desemprego dos dias e passar quase duas horas com mudanças de casa, ainda atordoada com o inventário, a caca da gaats que cheira tão pior, tive que começar a exercer o beijo na sua bela cabeça, a moça querida da cafetaria que não me deixa ler, de tanto que necessita de desabafar, eu estar apaixonada.
A minha vida é um carrossel (e eu agradeço).
A minha vida é um carrossel (e eu agradeço).
5 comentários:
Se não atrapalhar a leitura perguntava por aquela última parte do 'estar apaixonada'... temos que marcar um brunch na hospedaria.
Tétisq,
nós andamos todos por aqui em permanente brunch :D
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(creio que esta hospedaria reúne um conjunto de gente apaixonada, one way or the other, mas tudo gente envolvida/envolvente)
Queixamo-nos mas agradecemos quando a vida é um carrossel. Sou tal e qual e nem era capaz de viver de outra forma. Dá pica :)
Gaja Maria,
tenho a declarar que és uma gaja mesmo gira :D*
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(tenho uma surpresa para ti, gosto da tua sensibilidade, da tua inteligência, do teu relatar dos factos/imaginação :)
Sinto-me lisonjeada alexandra e curiosa :)
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