24 janeiro 2019

alguns de vós conhecerão d'isto,

na vépera de levar uma filha ao autocarro a x kms, onde ficará, no destino intermédio, com o pai, por 2 dias e, ao terceiro, um voo de (e)migração. A ansiedade, a tensão, aliviadas por aquele «- os filhos têm que voar!» (hoje, de uma pessoa que jamais solta este género de paz, menos ainda numa esfera tão privada, que me soou tão bem, literal e figuradamente, sabendo que o fiz aos 18 ).

recebi há pouco um telefonema surpresa de uma pessoa que me é tão, mas tão cara, querida, que o sabe - eu digo praticamente tudo o que sinto - que ajudou mais ainda a atenuar este isto que sinto, e eu sei, é pelo melhor: deixá-la voar, voar, meu amor. 

6 comentários:

Maria Eu disse...

Que seja um bom voo!

Beijo, alexandra do mundo. :)

alexandra g. disse...

sim, que a minha Maria Miguel tenha bons voos, sempre, amor meu :)

(obrigada, Tutu querida :)*

Impontual disse...

Acho que o Senhor Impontual tem no seu blog qualquer coisa que é capaz de ficar aqui bem...

alexandra g. disse...

conta, querido Man With a Chair!!!!
(eu preciso)

Impontual disse...

Tenho de procurar. Torno subito.

alexandra g. disse...

veni, veni :)