24 janeiro 2019

alexandra, a grande que quase atinge o metro e setenta

sou, sim, forte, mas nem os fortes escapam ao sofrimento (nesta situação sinto o sofrimento do meu pai e da minha mãe, quando saí de casa aos 18 anos, sem água vai-água vem, tendo regressado meses depois e ele passou - FINALMENTE! - a tratar-me como uma mulher, aliás, uma senhora, quando eu temia uma bofetada, e só percebi anos mais tarde que saímos ambos de casa com a mesma idade).

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