11 dezembro 2018

PETA, ou do ridículo dos fundamentalismos

Conheço a organização por mor da minha sobrinha de 31 anos, sensivelmente desde o tempo em que ela ainda frequentava o/os últimos anos do secundário, mas já vegetariana desde os 13 anos, devidamente analisada, principalmente por conta da B12  (depois disso, fez o mestrado, o doutoramento e o regime vegan foi-se, quando foi mãe de gémeas e  percebeu do inconcebível que é papai e mamãe papando hortaliças e percebendo que uma mesa de família para quatro dividida em dois não faria qualquer sentido, sabendo que aquela decisão teriam que ser elas a tomá-la, jamais imposta, do regime alimentar: voltou às bases; o ovo deixou de ser o período da galinha, o mel deixou de ser vomitado de abelha, etc.).

Antes, muito video da PETA gramei (ah, sim, o amor pelos seus faz destas!, eu, todos  :)

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(claramente, concordo com muita da matéria dada à qual fui forçada, amordaçada, algemada, mesmo, a assistir, mas isto que corre pelas veias da imprensa, por conta da PETA, tresanda a sangue, e não é de amor-perfeito, é de muito - menos? - mais, é a destruição de uma cultura popular que leva água no bico, preciosa, para quem tenha a vontade de a ler e de a querer compreender , que até em tempos que soterraram o Borda d'Água não sabemos, de todo, qual a época de que & quase todos devemos proceder às culturas).

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