12 dezembro 2018

l'aplomb, sempre, em foleiro

Não sei e não desejo sequer conclusões, se é daquele modo de apresentar, on stage, se é mesmo do que pensa e escreve.


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É provável que me tenha afastado mais e mais, ao longo dos anos, da cidade onde nasci, por conta de pessoas como ele, tão lesboeta, chávina, etc.

4 comentários:

josé luís disse...

os chineses lá ficaram com a feira popular...

alexandra g. disse...

meu querido Youssouf Ludwig,

eu já não sei nada de Lisboa, eu nem sequer sei de onde sou, quando me perguntam (perturba-me, isto, acredita, que giro, mesmo, é "ser cidadão do mundo", mas eu queria um lugar de origem, mas acabei em
cidadã do mundo e agora percebo o vazio que isto comporta)

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(como diz a bela Tétisq, os chineses ou o caralho :))))
















Soliplass disse...

Vi esse personagem uma vez em sarau literário, ou quejandos, na fnac do Chiado na companhia da Câncio, então no auge do estrelato, ainda Pompadour. Tirando répteis, raramente vi animal mais repelente.

alexandra g. disse...

Caro amigo,

mas tu frequentas essas cenas? acho que vou mudar a minha percepção de ti :P

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(então não é perfeitamente identificável às primeiras leituras que a alimária é uma dondoca??? - e a outra, idem, ambos mantendo o paleio acerado como se fossem ambos uma espécie e porta-voz dos 'coitados' dos gays e das mulheres, todollos eles/elas/etc.:))