Os finais são quase sempre desagradáveis, bastando pegar na palavra com pinças/luvas/mãos despidas. Invariavelmente, são tenebrosos e causam sofrimento. Outras vezes, são deliberados, como as certezas (e são poucas, na vida). Fica sempre, em qualquer dos casos, um vazio e, mesmo tendo consciência que esse vazio poderá ser preenchido, é fundamental perceber a determinação sobre esse vazio, sob pena de repetir ad aeternum (ou naquilo que nos resta de vida) um princípio que pareceu a expressão máxima do nosso poder de determinação, para depois compreender que a vida, as nossas vidas, não se resumem a nada, nem ninguém, em concreto.
Em geral, está mais na nossa mão, a vida, do que possa parecer. E manter o nariz erguido, ainda que seja a dar para o adunco (como o meu, o que, aliás, é cousa irrelevante, ou talvez não).
Em geral, está mais na nossa mão, a vida, do que possa parecer. E manter o nariz erguido, ainda que seja a dar para o adunco (como o meu, o que, aliás, é cousa irrelevante, ou talvez não).
3 comentários:
li um par de vezes. várias vezes.
não nos resumimos a ninguém e a vida está mais nas nossas mãos do que parece (vou fazer qualquer coisa com isto, que está tudo dito).
*
Nariz empinado e determinação. Sempre.
Beijos, Menina Martini :)
Nashi,
temos que fazer em permanência, essa "qualquer coisa"... :)*
Tutu,
sempre! :)*
Enviar um comentário