04 agosto 2017

duas cadeiras, quatro

Trouxe duas, daquelas mesmo repelentes, mas sobre as quais o pensamento - ainda sem traseiro - brinca, divertido com as transformações, as cores. O cansaço é demasiado para ir agora buscar as manas e o Filipe chateou-me a cabeça de tal forma, por tê-las trazido, que quase vieram sobrepostas na sua cabeça, pelo que vos peço que, nas vossas orações nocturnas de hoje, peçam muito para que encontre as manas, pela manhã, pois quero muito trazê-las.

Merci, sois boa gente, etc. :)

14 comentários:

Diogo Almeida disse...

Concordo com o boa gente.

alexandra g. disse...

Vai orar, então :)

Diogo Almeida disse...

Dessas orações católicas só conheço a música. Nunca decorei a letra, nem vou, nem preocupado estou. E quem as diz católicas, diz budistas, judaicas ou mesmo do culto a Satanás.

Mas tenho uma ligação ao Gajo, ou Gaja, sabes bem. Todos os dias. Porque isto pode não prestar, mas serve para algo.

alexandra g. disse...

Tens as ligações que bem entenderes com Gajo/Gaja, se não interferirem com as pessoas que preferem/encontram maior-melhor em cadeiras achadas numa lixeira (um ex.).


Diogo Almeida disse...

Tudo bem. O respeito é mútuo. Essa poesia toda é muito bonita, mas não é o essencial. Aliás, é a parte do «isto pode não prestar»; e digo-te: há coisa mais bonita e nobre do que cadeiras, feitas para esperar. E sei que tens melhor, pois tu és tipo uau.

Eu, por mim, G., os ateus playboyzinhos podem acreditar no que quiserem. Se dói mais? Não sei, mas cheira-me que sim.

alexandra g. disse...

Ora, ora, o meu olfacto - benção herdada pela via materna, com a qual o meu pai brincou muito - é mui bom, e nem sei como, fumando tanto :)

Diogo Almeida disse...

Vai existir, suponhamos, um encontro entre as gentes blogosféricas, aqui deste círculo que temos vindo a construir ou constatar, ou não?

Aveiro não está disponível, aviso.
Oficialmente estou de férias.
E provável que vá uns dias para a zona de Leiria.

(ca lindo poema)

alexandra g. disse...

A ideia é simpática, gentil, mas o último ano da minha vida não me permite fazer planos para nada: uma mãe quase sem mobilidade & com a mania - saudável - da independência -, um irmão e uma cunhada com cancro, um divórcio complicado de mais uma too important, o acidente dele e as operações, duas (além das duas outras), uma filha nineteen tão afirmativa que recusa o apoio material de onde ele pode surgir, etc.

(ora, ora :)

Diogo Almeida disse...

Tudo bem. Entendi, e tenho entendido pelo que postas e não postas que não anda fácil. Não há problema.

E que tudo corra pelo melhor.

(sobre poemas, enviei em Abril uns textos para um prémio literário de um nome da poesia portuguesa de que gosto (por acaso, é natural, o poeta, desses lados onde moras), e, enfim, espero o resultado. não é pelo dinheiro, nunca. nem sequer pela visibilidade. é pelo incentivo, reconhecimento, curiosidade mera.)

E, ah!, os poemas estavam mesmo bons.

:)

alexandra g. disse...

wish you all the best :)

Diogo Almeida disse...

se não ganhar aquela merda, compro um Tesla 3 :)

Manel Mau-Tempo disse...

encontraste? podes colocar um antes e depois?

Maria Eu disse...

E uma dança de "achamento", não serve?

Beijocas descadeiradas:)

alexandra g. disse...

Dear Stormy, dear Tutu,

sem máquina de pelingráficas, pedirei que mas registem no antes - agora, ainda :) - e no depois. Até eu estou curiosa com o depois, de tão repulsivas que são e tamanho o desafio em mãos :D