17 julho 2017

não há como negá-lo

de cada vez que regresso à cidade (qualquer uma) sinto necessidade de me enfiar no carro e sair. Continuo com esta absoluta consciência de que sou um animal urbano e a abominar este lugar onde vivo, mas sei que me basta mudar para outro onde não existam os octogenários (i beg their pardon, which is someting they never duid, or will) da família antiga cada vez mais disfuncional.

Longe, a minha mãe provou-me hoje uma vez mais o quão certa estou, ela, que sempre detestou a ideia de eu vir trabalhar-viver aqui.

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Onde?, é a pergunta do momento.

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