afinal, preciso de ideias, em concreto. Não encontro um modelo de c.v., em FR, que me agrade. Tudo o que encontro é excessivamente velho, formal, ou excessivamente jovem, em Erasmus (igual, portanto), estupidamente lacónico ou saramago.
Vocês têm que ter alguma utilidade, além dos copos, dos poemas, das chansons, das embirrações, das danças.
Sugestões, aceitam-se, que eu odeio trabalhar sozinha.
Vocês têm que ter alguma utilidade, além dos copos, dos poemas, das chansons, das embirrações, das danças.
Sugestões, aceitam-se, que eu odeio trabalhar sozinha.
20 comentários:
Não vás para FR, G. :)
Já experimentaste pesquisar por aqueles modelos da UE? Penso que se encontra por aí na net.
Tu já leste esses modelitos? Não existe entidade empregadora digna (do nome) que não vomite sobre esses modelos.
Nem que me pagassem, coisa ridícula, mal enjorcada, fardada, sem imaginação e, principalmente, mentirosa.
E deixa de falar no óbvio, ando há que tempos à procura, pensei tirar uns dias para e um chegou para me provocar enjoo idêntico àquele da primeira vez em barca no mar alto (isto só se percebe quando se chega a terra).
A única vez que fiz um c.v. foi há séculos atrás, e foi daí. Apenas preenchi os dados essenciais, aquelas alíneas todas, que, para o efeito, serve, esse modelo. Agora, se queres ficcionar-te além-factos, é melhor escreveres um romance. Ou um texto, apresentando sua excelsa pessoa. Talvez que ainda venhas a ganhar o Leya ou, errrm, uma medalha :)
Para que raio queres um modelo?
o que eu quero é o anti-modelo, ou não ficou claro?
quero qualquer coisa entre a verdade e a informalidade e a necessidade, sem súplicas.
imbecil.
Tu, um anti-modelo?
Usas esses gerúndios lindos como apenas tu sabes, e é emprego, ou o que for, garantido. :)
stop ensaboating me, all i need is a job en FR.
Não te posso ajudar; o meu futuro não passa por FR.
tudo o que não passa pelo teu "futuro" é uma não existência, compreendo, sem qualquer surpresa.
Enganas-te. Palas nos olhos têm os burros.
Enganaste-te. Os burros estão a ser protegidos, sem palas nos olhos, para que não se extingam. Burras são as pessoas, principalmente quando pensam que sabem o que é o seu "futuro", ou por onde ele passa...
Eu penso muito melhor do que o que escrevo ou falo. Não sei se acontece o mesmo contigo. Posso assegurar que o meu futuro não passa por FR. Para estar na 'merde', já tenho Portugal, onde posso fazer exactamente o mesmo, pelo mesmo preço. E clima bem melhor. E língua. Um número sem fim de vantagens.
Enquanto escreves e te respondo e faço mais duas coisas em simultâneo, escuto a calma da música acima (e abaixo).
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Tu não sabes por onde passa o teu futuro.
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Também eu, nisso da merde, com todas as letras, talvez com a diferença de me "contentar" com pouco mais do que o ordenado mínimo nacional. E clima bem melhor. E língua. Um número sem fim de vantagens. E duas filhas...
O meu futuro passa por onde eu quero. Caray. E asseguro, não troco 500 euros por 1000 euros, para fazer coisa pior, bem pior. Mas bem pior, caralho.
Calha, ainda, que eu gosto do que faço. Gosto da vida que levo. Claro que não é perfeito; mas vou arranjar a perfeição possível, aqui, no meu país. Mas desde o início, para aí desde que Caim matou o senhor Abel, que isto não é perfeito. O meu Deus não serve para perfumar os poros suados ao fim do dia. O meu Deus é uma transferência de interesses.
Das filhas, e etc., pois, não sei, não posso saber. Para já, a minha situação não é idêntica, depois, é outro dos futuros onde coloco uma grande incógnita.
Ainda não era mãe e não tinha metade da tua "segurança"...
Bem, não estou certo daquilo do meu Deus ser uma transferência de interesses. De resto, bate tudo certo.
O meu contributo:
Em tempos calhou-me precisar muito de fazer um cv que me definisse como eu queria e andei a ver alguns tipos de cv’s de outras pessoas. Lembro-me de um caso em que o cv era um clip de vídeo de um rapaz que se candidatava a um lugar penso que na área do design e filmava-se a p&b falando de si próprio, ia mostrando um ângulo de perfil, depois outro, depois acho que uma cadeira, um espelho, sei lá, estava muito bom. Vi também o de uma rapariga que era de marketing e apresentou o cv numa folha como se fosse uma receita de cozinha, com a lista dos ingredientes e a forma como os ingredientes se combinavam nela, também gostei. Mas não serviam para mim, não seria eu. Então fiz assim: em vez de me limitar a apresentar no cv o que fiz (passado), falei primeiro do que vou fazer no futuro (como se já o estivesse a fazer) e por que razão quero aquele futuro (motivações pessoais, convicções, essas coisas) – isto coube em menos de uma página A4 bem respirada, e só depois é que resumi o resto (experiência profissional, curso, etc). Usei para isto um modelo dos que estão disponíveis no Microsoft Word, aquele que mais me agradou e que é simples, com barrinhas azuis :-). O mais importante: funcionou.
Boa sorte, alexandra.
Uma vez, Susana, li uma coisa deliciosa sobre um tipo que, para uma empresa mais do que exigente, enviou a sua candidatura espontânea escrita num daqueles guardanapos fininhos (saído de um dispensador) de mesa de café, o café onde estava no momento em que leu a oferta de emprego. Foi contratado pela originalidade, nem sequer tinha grande c.v., tinha, isso sim, uma enorme capacidade de sobrevivência :)
Eu não posso, nem quero, fazer isto (poderia, usando a imaginação, fazer coisas com graça), principalmente por saber de antemão que não vou para FR fazer o que gostaria, isso acabou (e a minha carteira profissional tem uma validade muito limitada na UE, que inclui, por exemplo, não poder sair de um veículo, caso queira falar...)
Mas sim, acertaste: procuro aliar a simplicidade ao resto e, de tanto que vi ao longo dos últimos tempos mas, principalmente, nas últimas 24h, tudo o que sinto é que um cv redunda numa espécie de cupcake, seja lá qual for o 'tema'... :D
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Gracias, Susana :)
Queres que te enviei o esqueleto de um ? como costumo fazer?
yep, depois comparo com o meu 'corridinho' :)
merci!
vou arranjar para te enviar :)
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