Comecei por não gostar nada dele, demasiado assertivo (mas eu leio muita gente da qual não gosto, ainda hoje, o que torna o facto uma irrelevância), cheguei mesmo a dar-lhe uma bofetada (de luva branca, calma e, de resto, respondeu-me à letra), depois tive que ser honesta (quando me respondem à letra, é assim, call me contradictory a ver se eu me importo) com a pessoa que sou e admitir que gostava de o ler, não necessariamente em tudo, mas na forma directa como abordava as coisas.
Já tenho saudades de o ler.
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Yet, compreendo, mesmo considerando que o/um blogue não constitui empecilho para rigorosamente nada.
Já tenho saudades de o ler.
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Yet, compreendo, mesmo considerando que o/um blogue não constitui empecilho para rigorosamente nada.
3 comentários:
Obrigado pelas tuas palavras, Alexandra. Há um tempo para tudo, e agora é tempo de partir. Em todo o caso, continuarei a passar por aqui de vez em quando. E, quem sabe, talvez um dia volte a navegar nestas águas.
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Quanto à assertividade, ainda ontem falávamos sobre isso por aqui. Para ser sincero, algumas vezes ultrapassamos a linha vermelha e deixa de ser assertividade, mas não há nada a fazer. É mal de família, e é mais forte do que nós. :-)
Continua a passar por estas bandas, sim, mas não tens que agradecer: a mim, por exemplo, deste-me a oportunidade de constatar que a assertividade (ok, às vezes sofro um pouco disso, também) inclui, pode incluir, e não excluir. A isso, chama-se generosidade :)
:-)
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