estava a pensar imprimir a foto e esfregar-me todo com ela para nunca mais tomar banho. assim, nada feito. não vou espalhar algas pollo corpo; já chega a cinza que cai a rodos.
não te gostas de saber objecto erótico de outrem? :)
up to you, desde que guardes solitariamente o "resultado"... é que, se eu quisesse, poderia ter publicado a foto original, mas optei por brincar com ela.
a isto, no seu conjunto, do qual me excluo (temporariamente), chama-se ética.
onde entram as minhas opções, chama-se decisões pessoais, donde, qualquer devassa às ditas, é um bilhete de entrada no campo da ignorância total no que ao foro das relações interpessoais diz respeito, não interessando sequer a ordem à qual pertencem (imagem, ideias, etc.).
boa G., agora gostei de ler. acertaste em cheio. se fosse possível remover as algas para ver o que está lá, já o tinha feito (e nunca publicaria a foto). quero lá saber das éticas... :)
é possível remover as algas, mas aquela nunca serei eu. eu, movo-me, fumo, dou gargalhadas, fico pensativa, afasto-me, aproximo-me, donc, je ne suis pas une pipe. a ética, também é feita disto.
pois é possível, mas não queres. sempre a história do «eu movo-me, a fotografia dá uma pálida ideia de mim»... bla bla bla. como se tivesses de provar alguma coisa a alguém. chata, caray.
já tu, com as histórias do jesus, és um iluminado, que ninguém te toque.
outra coisa: a fotografia não dá uma ideia de alguém, dá uma imagem de alguém, tão rigorosamente falsa quanto esse alguém pode ser ao vivo. gosto de fotografia, não gosto de me expôr para lá das palavras, no blogue; se tiver, se quiser expor-me, faço-o inteira, entendido? ao vento, na rua, faça chuva ou faça Sol. Não me temo...
é que há merdas tão óbvias que ainda não percebo como se pode elaborar sobre elas.
o que é que tu percebes, afinal, o que raios conheces, senão os teus ímpetos absolutamente egoístas?
p.s. - e relembro-te que te dei em tempos o meu nº de tlm., que jamais usaste, embora continue a crer que teria 'normalizado' estas 'diferenças'. Não o usaste, por razões tuas. Enquanto isso... que tristeza,
devem ser equívocos visuais (risos). eu não sou narcisista. não nesse sentido beto que talvez penses que sou, que vivo de aparências ou sei lá, uma cena intelectual. sou o que sou. não dou a ninguém, que todas as peças me fazem falta.
não sou o tipo mais humano, nesse sentido de dar-se, que conhecerás. mas, o tempo transforma-nos, não é mesmo? a vida é um blockbuster daqueles foleiros. :)
«a única diferença válida não necessita tanto assim de afirmação, Diogo...(a dúvida consegue, mais, muito mais, consistência).»
percebia esta parte se colocasses preto no branco de que «diferença» falas. assim, não chego lá.
sabes uma coisa? a pessoa mais inteligente que conheci até hoje é cristã livre (não usa religião), como eu (eu é que a plagiei, descaradamente, na verdade). e, isto, de eu a chamar a pessoa mais inteligente que já conheci, não é segundo um critério subjectivo meu. não... é qualquer coisa que se sente, sim, mas também feito dos factos. uma mega-destroyer, cheia de medalhas... coisa de sonho. mas sabes o que é mais engraçado? é que ela, de cima de toda aquela 'visão', encafuada nas éticas e morais divinas (e podes crer que os doutoramentos e áreas de pesquisa dela não são meros adornos para pôr no andor da aldeia; aquilo é tudo xpto...), é também a cona mais livre que já conheci. parece uma bruxa da wicca. a certa altura, já nem sabia como aproximar-me. só lhe conhecia o cheiro... aquilo é a verdade, só pode ser a verdade.
e isto para dizer que eu podia plagiá-la noutros sentidos, mas o meu Cristo é obcecado por outras rotas. em contra-mão, verdade, já mo disseram, mas eu não faço caso.
não tenho nada a dizer-lhe. passado. crescimento. actualmente, fundaria mais rapidamente um clube de fãs alexandra g. do que teria uma relação com a vulva tão PhDizada dela.
19 comentários:
G., limpa as algas. Faz-me espécie ver-te com algas por todo o lado.
Não.
estava a pensar imprimir a foto e esfregar-me todo com ela para nunca mais tomar banho. assim, nada feito. não vou espalhar algas pollo corpo; já chega a cinza que cai a rodos.
não te gostas de saber objecto erótico de outrem? :)
adoro: mopa, esfregona, foi sempre uma fantasia erótica alimentada em segredo, que finalmente posso revelar, sem medos e com interlocutor...
vou ao photoshop, limpar algas...
up to you, desde que guardes solitariamente o "resultado"...
é que, se eu quisesse, poderia ter publicado a foto original, mas optei por brincar com ela.
a isto, no seu conjunto, do qual me excluo (temporariamente), chama-se ética.
onde entram as minhas opções, chama-se decisões pessoais, donde, qualquer devassa às ditas, é um bilhete de entrada no campo da ignorância total no que ao foro das relações interpessoais diz respeito, não interessando sequer a ordem à qual pertencem (imagem, ideias, etc.).
boa G., agora gostei de ler. acertaste em cheio. se fosse possível remover as algas para ver o que está lá, já o tinha feito (e nunca publicaria a foto). quero lá saber das éticas... :)
é possível remover as algas, mas aquela nunca serei eu.
eu, movo-me, fumo, dou gargalhadas, fico pensativa, afasto-me, aproximo-me, donc, je ne suis pas une pipe. a ética, também é feita disto.
pois é possível, mas não queres. sempre a história do «eu movo-me, a fotografia dá uma pálida ideia de mim»... bla bla bla. como se tivesses de provar alguma coisa a alguém. chata, caray.
http://bonsencontros.blogs.sapo.pt/
já tu, com as histórias do jesus, és um iluminado, que ninguém te toque.
outra coisa: a fotografia não dá uma ideia de alguém, dá uma imagem de alguém, tão rigorosamente falsa quanto esse alguém pode ser ao vivo. gosto de fotografia, não gosto de me expôr para lá das palavras, no blogue; se tiver, se quiser expor-me, faço-o inteira, entendido? ao vento, na rua, faça chuva ou faça Sol. Não me temo...
é que há merdas tão óbvias que ainda não percebo como se pode elaborar sobre elas.
o que é que tu percebes, afinal, o que raios conheces, senão os teus ímpetos absolutamente egoístas?
mas, g., já todos sabemos dessa primeira frase do teu segundo parágrafo. a segunda frase, só podemos respeitar e dizer, Entendido!
vês? estás a avaliar-me, «absolutamente egoísta», com base em quê? pela imagem, ou pela ideia, que deixo na net?
avalio-te pelo ímpeto narcisista, que só conheço da net, claro, tão claro que é óbvio dele duvidar.
a espaços, demonstras diferença, para logo a estragares, tamanha a necessidade de não sei bem o quê (provavelmente, nem tu).
_____________
a única diferença válida não necessita tanto assim de afirmação, Diogo...(a dúvida consegue, mais, muito mais, consistência).
p.s. - e relembro-te que te dei em tempos o meu nº de tlm., que jamais usaste, embora continue a crer que teria 'normalizado' estas 'diferenças'. Não o usaste, por razões tuas. Enquanto isso... que tristeza,
devem ser equívocos visuais (risos). eu não sou narcisista. não nesse sentido beto que talvez penses que sou, que vivo de aparências ou sei lá, uma cena intelectual. sou o que sou. não dou a ninguém, que todas as peças me fazem falta.
não sou o tipo mais humano, nesse sentido de dar-se, que conhecerás. mas, o tempo transforma-nos, não é mesmo? a vida é um blockbuster daqueles foleiros. :)
«a única diferença válida não necessita tanto assim de afirmação, Diogo...(a dúvida consegue, mais, muito mais, consistência).»
percebia esta parte se colocasses preto no branco de que «diferença» falas. assim, não chego lá.
- ah, não dás a ninguém! (Diogo - 1 point).
- sim, o tempo transforma-nos (Diogo - 1 point).
- da «diferença» não falarei» (alexandra - 1 point).
Ganhaste :)
sabes uma coisa? a pessoa mais inteligente que conheci até hoje é cristã livre (não usa religião), como eu (eu é que a plagiei, descaradamente, na verdade). e, isto, de eu a chamar a pessoa mais inteligente que já conheci, não é segundo um critério subjectivo meu. não... é qualquer coisa que se sente, sim, mas também feito dos factos. uma mega-destroyer, cheia de medalhas... coisa de sonho. mas sabes o que é mais engraçado? é que ela, de cima de toda aquela 'visão', encafuada nas éticas e morais divinas (e podes crer que os doutoramentos e áreas de pesquisa dela não são meros adornos para pôr no andor da aldeia; aquilo é tudo xpto...), é também a cona mais livre que já conheci. parece uma bruxa da wicca. a certa altura, já nem sabia como aproximar-me. só lhe conhecia o cheiro... aquilo é a verdade, só pode ser a verdade.
e isto para dizer que eu podia plagiá-la noutros sentidos, mas o meu Cristo é obcecado por outras rotas. em contra-mão, verdade, já mo disseram, mas eu não faço caso.
Diogo,
com o devido respeito, é a ela que tens que o dizer...
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O que eu tenho a dizer de idêntico carácter - não precisam de licenciatras, sequer :) - digo-o, a quem de respeito.
não tenho nada a dizer-lhe. passado. crescimento. actualmente, fundaria mais rapidamente um clube de fãs alexandra g. do que teria uma relação com a vulva tão PhDizada dela.
verídico.
i don't care.
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