05 agosto 2016

excessos

Sou excessiva, uma pessoa excessiva, até na forma como escuto agora, às 23h27, o despejar dos vidros no vidrão mais próximo, longo, pelos empregados da cafetaria.

O silêncio é-me, a cada dia, mais caro, a maioria das falas do quotidiano tão penosa.

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Razões e emoções, várias, existem há muitos anos, para ter tentado a frequência de um curso de linguagem gestual, não como complemento, mas como apogeu da minha, então, vida de guia-intérprete.

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com agradecimento ao josé luís, que mo alembrou, a uma tagarela desde os 9 meses que, cada vez mais, aprecia o silêncio (não pelo desamor  com as palavras, antes com quem as pronuncia, se é que as pensa).

2 comentários:

josé luís disse...

shiu… :*

Maria Eu disse...

A idade também traz consigo o apuramento do gosto.