«strayafalaya asked: Hi! What brand brushes/paints do you use?
No idea, I haven’t bought a new brush in years, but I can guarantee that they were cheap. I pretty much only bought them when they were on sale but I’ve never bought any expensive/ nice ones».
17 comentários:
As pessoas dividem-se em dois géneros: as ridículas com noção do ridículo, e as ridículas sem noção do ridículo. O resto são deuses. Aliás, não é ao acaso que o relato do Génesis coloca-nos perante o tema da rebelião e, no veneno da Serpente, «porque Ele sabe que no dia que comerdes desse fruto, sereis igual a Ele», se tem o sabor de uma falha que podia não ter sido. Fracasso. Tantas vezes. Ridículo com noção do ridículo.
(cruzamento de psicologia literária com exegese pós-modernaça bíblica)
Qualquer pessoa é, só por si, divisível q.b., Diogo. Fora isso, não entendi nada do que escreveste...
Alguns dos meus pincéis custam 50 cêntimos. o mais caro que comprei custou 4 fucking euros!
Zeta,
4 euros? ah, perdulário! Com mais € 0,20 já dava para um JPS :))
:)
prefiro tabaco virginia de enrolar!
a malta sabe que não pode dizer "deste tabaco não fumarei": está Escrito & Tal, mas olha-me só a trabalheira... :)
Foi-me necessário comprar um camelo de 4€50 este fim de semana e não correu mal :)
Olha, sabes uma coisa:
apetece-me falar
e não tenho com quem
ela foi-se
e sente-só
e eu sinto-me só.
o fim do amor é fodido
a saudade entra-nos por todos os poros.
Hum???
É, Cuca, bem verdade que pratiquei a mais bela pirataria
mas ela estará agora bem longe a comprar o bilhete de ida no barco.
talvez volte talvez não
se dependesse da nossa memória e acção -> ficaríamos juntos
mas não depende de nós
sinto tristeza por não lhe poder tocar de novo
(apetece-me colocar um emoji de lágrimas mas não sei o código)
Zeta,
faz assim: é muito pior desconhecer o código para o emoji de lágrimas sabendo que, se for realmente importante, aprenderás...
Alexandra, explica-me, não te compreendi, eu hoje também estou a divagar, nevermind
Zeta, não é importante conhecer o dito emoji (ou qualquer outro). O importante é sentir e, finalmente, tornar racional o sofrimento, que é aquele momento em que o luto se faz. Eu, que me separei e divorciei de uma longa relação (com duas filhas), posso assegurar-te que o luto leva o seu tempo, mas que se faz.
Outros lutos não se farão, jamais, aprendemos, sim, a lidar com eles, a cumprimentá-los, quando voltam. O meu pai, por exemplo (duvido que alguém tenha conseguido fazer o luto dele, entre irmãos, irmãs, mãe; os outros familiares e conhecidos e amigos - raros - não interessam, nisto dos afectos).
Depois, ninguém, no teu caso (parece-me), ninguém morreu.
Calma, com abraço dentro :)
Claro que ninguém morreu.
Apenas tive uma experiência sublime a dois, durante dias,
que foi tudo menos alucinante
e as marcas que ela me deixa são tudo menos negativas.
Pela primeira vez na minha vida, um amor começou, continuou e terminou em beleza. nada houve de errado, apenas a merdra das circunstâncias alheias aos dois.
Se me digo desgraçado hoje é porque está a bater forte a sua ausência.
Mas é uma espécie de luto também.
Eu safo-me.
obrigado por me ouvires :)
Zeta,
jamais terás que agradecer isto que é escutar alguém que fala com as vísceras nas mãos (ok, e cigarros de enrolar, ainda que intercalados por um camelo :))
Olha ZMB, tenho uma ideia:
Se te quiseres vingar dela, convence-te que é o amor da tua vida, vive a tua vidinha com outras e liga-lhe de seis em seis meses durante o resto da vida a dizer-lhe o quanto a adoras. Não é original mas, a menos que a pequena tenha nervos de barata, é muito eficaz.
Vingança, que palavra tão feia.
ela inspira-me amor e nunca vingança.
viva a democracia!
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