aquilo dos milhões de maravedis (nem se põe a questão das probabilidades, não jogo), dirigir-me-ia de imediato para o mar. Já não sei de quanto tempo preciso para o ver, entrar nele, nisso, sento-me (não, não foi um lapso de digitação), uma menina, ali, rente às férias grandes.
depois? não sei, mas seguramente seria tão bom para os outros como para mim.
depois? não sei, mas seguramente seria tão bom para os outros como para mim.
4 comentários:
comprava um veleiro, assim coisa piquena, e levava-te... certamente :)
e como agradecer-te tamanha gentileza, Stormy?
eu bem digo que adoro ciganos :)
temos apenas um problema... como tu, eu também nã jogo...
é da forma que ganham finalmente contornos visíveis as mais belas fantasias de infância ou da própria literatura (se é que existe distinção): poderemos sempre herdar um veleiro, assim coisa piquena, quiçá o próprio mar... :)
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