Cruzei-me com o inglês, num dos corredores do supermercado. A metade que ele ocupava tinha o chão seco, a metade que eu deveria atravessar, uma poça de água. Por instantes, ocorreu-me a ideia genial de escorregar e me lançar sobre ele, buscando um apoio que prateleira alguma de rolos de corda e ferramentas poderiam proporcionar-me. Instead, toquei-lhe educadamente no braço, soltando um Hi quem me soou a Atacama e tudo o que o nome comporta. Também o adverti para os perigos imensos do oásis ali ao lado.

8 comentários:
Tu escreves.
Pois escreve, a alexandra escreve.
(e o Diogo C. comenta)
(e eu acho)
Ó G. mete mão nisto! Estas comentadoras tuas estão atrevidas - a meter-se com os deuses jovens, onde é que se viu isto!
:)
what's up with you two? :)
what's up with you two, that's what I say
é que - apesar de me divertirem as brigas between you two aqui nas caixas de comentários - o jovem (omito o deus, está bem?) Diogo C. disse, desta vez e sem brigar, uma verdade das boas. tu escreves.
e a mais não me atrevo, saio já.
:-)
Ah, Susana, com receio de ir para a copa? Tens lugar sentado e vinho e fondue assegurada, i promise, se for repasto do teu agrado :)
Now, on Diogo: interpretei-o muito literalmente. Escrevo, como qualquer pessoa alfabetizada, as minhas coisas. Também tu escreves, e ele, todos nós. Padece, contudo - veja-se aquilo do jovem deus... - de uma forma exacerbada sobre certos temas, mas diverte-me a implicância mútua, por se tratar de registo inócuo, como sabes. Chamo-lhe imbecil, como ele me chama estúpida, sabendo ambos que não vai na palavra mal algum: only the word, that none of us will ever even try to catch, which means those words are writen in order to get lost... :)
A G. está sempre a interpretar-me muito à letra. Uma vez até me apagou um comentário, pensando que era a sério. Eu comento nesta caixa de comentários sempre com um enorme sorriso nos lábios - história verídica. :)
Comento e leio. Sempre que aqui poiso, sorriso (dos matreiros aos genuínos) não falha.
Que asno, Diogo!
Eu é que sou uma "menina das letras", e sempre do contra-
Eu falava (e tu não escutaste, menos ainda compreendeste) da forma como exacerbas (veja-se, por exemplo, o apagamento constante do que escreves...).
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