29 julho 2016

marisa berenson

não vi o filme, claro, mas vi hoje la une do Público e fiquei com a água das pedras salgadas retida na boca. dava um belo poster na parede branca do corredor que conduz à copa, emoldurada com os farrapos de madeira que dão à costa e encontramos principalmente nos finais de tarde e que observamos com deslumbramento na manhã seguinte, aqui e ali pequenas criaturas do mar, como líquenes brancos, dormindo tranquilas.

6 comentários:

Susana Rodrigues disse...

sabes, alexandra, eu gosto destes nozinhos que me dás no cérebro com o que escreves. aliás adoro.
:-)

Diogo C. disse...

qual filme? o do Kubrick, que vai ser reposto?

josé luís disse...

se é o barry lyndon, será um enorme prazer revê-lo

alexandra g. disse...

Susana,
:)

Diogo,
...

josé luís,
e vê-lo, também dá, ou estou perdida?:)

Diogo C. disse...

Ó da barriguinha!

disposta a agarrar um projecto, a saber, fazer uma hospedaria de poetas ali no mortenopalco.blogspot.pt? :)

pede-se que se publique poesia, a própria, ou poemas de outros seres humanos. mas só poesia; em regime experimental. vamos?

juntamos outros hóspedes, depois, que tenham o mesmo interesse por essa música. :)

alexandra g. disse...

Ó Diogo,

poetas somos todos, mas aquela poesia - pura e dura, em casa monotemática, como matemática aplicada - bem sabes, já lá vão uns impropérios mutuamente trocados :) não condiz comigo. Preciso mais disto que acontece por aqui, sem fio condutor que se veja, onde a poesia pode bem ser prosa e vice-versa, onde se deixam bilhetes, a copa revela surpresas, onde, onde, onde...

obrigada, anyways, mas bem sabes que passaríamos metade do tempo à porrada :)