não vi o filme, claro, mas vi hoje la une do Público e fiquei com a água das pedras salgadas retida na boca. dava um belo poster na parede branca do corredor que conduz à copa, emoldurada com os farrapos de madeira que dão à costa e encontramos principalmente nos finais de tarde e que observamos com deslumbramento na manhã seguinte, aqui e ali pequenas criaturas do mar, como líquenes brancos, dormindo tranquilas.
6 comentários:
sabes, alexandra, eu gosto destes nozinhos que me dás no cérebro com o que escreves. aliás adoro.
:-)
qual filme? o do Kubrick, que vai ser reposto?
se é o barry lyndon, será um enorme prazer revê-lo
Susana,
:)
Diogo,
...
josé luís,
e vê-lo, também dá, ou estou perdida?:)
Ó da barriguinha!
disposta a agarrar um projecto, a saber, fazer uma hospedaria de poetas ali no mortenopalco.blogspot.pt? :)
pede-se que se publique poesia, a própria, ou poemas de outros seres humanos. mas só poesia; em regime experimental. vamos?
juntamos outros hóspedes, depois, que tenham o mesmo interesse por essa música. :)
Ó Diogo,
poetas somos todos, mas aquela poesia - pura e dura, em casa monotemática, como matemática aplicada - bem sabes, já lá vão uns impropérios mutuamente trocados :) não condiz comigo. Preciso mais disto que acontece por aqui, sem fio condutor que se veja, onde a poesia pode bem ser prosa e vice-versa, onde se deixam bilhetes, a copa revela surpresas, onde, onde, onde...
obrigada, anyways, mas bem sabes que passaríamos metade do tempo à porrada :)
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